
Julgo que não tem qualquer base de sustentação o temor do
Eugénio Costa Almeida, depois de publicitar
este artigo, rematar que se considera
pronto para levar toda a tareia que acham conveniente, assumindo, na íntegra, o que escrevi. E sei que haverão algumas pessoas com vontade louca de me açoitar....
Ó homem, (infelizmente) a Carbonária já não existe. Restam por aí, espalhados, um ou outro republicano e exemplos esparsos de jacobinismo, homens das cavernas também, de arejados há várias amostras, mas democratas, democratas, somos todos. E os que ainda não são, lá chegarão.
Monarquize-se à vontade, caro
Eugénio. Tanto que, em vez do que supunha ter forma de açoite tem, afinal, a figura de prenda de estima, embora com pinta de pechibeque (mas a bolsa não deu para mais), aqui pendurada e que julgo lhe ficará a matar numa cerimónia em que o seu uso se justificar.