Sexta-feira, 4 de Março de 2005

AFASTA DE MIM ESSE COPO!

agua.jpg

O que faz um copo abandonado na sua água?

E se tiver a companhia de um café (italiana como convém e dispensando a contaminação pelo açucar)…?

Nada. Absolutamente nada. Mesmo que seja, como é, de água lisa. Mas essa chora por um malte para se confessar da grandeza da companhia.

(Vá lá. Um toque ecológico, talvez sim. Daqueles que apelam à Humanidade. Mas não menos inútil por isso. Por excesso. Redundante. Burguês. Conformista. Queque. Nada mais que isso. Tudo isso.)

A companhia única admissível para um bom café é uma companhia humana que o mereça. Caso contrário, que fique a dignidade de um café tomado em solidariedade entornada para dentro. Como é próprio dos fraternos com o umbigo.

Parafraseando o magnífico e estimado Chico Buarque: Amiga, afasta de mim esse copo! Leva-o para barlavento ou para sotavento. Mas para longe.
Publicado por João Tunes às 17:04
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מיכאל בן יהושוע

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É um daqueles blogues de leitura nunca a desperdiçar.

Falo, sei que já perceberam, do blogue assinado pelo מיכאל בן יהושוע. Com boas razões para agora querer ser tratado assim.
Publicado por João Tunes às 13:16
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A LAS CINCO DE LA TARDE (5)

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A granaderia Zalduendo, divisa encarnada e azul, em Cáceres, foi criada com reses navarras em 1817 por Joaquín Zalduendo, tendo sido vendida para fora da família em 1939.

Mudando várias vezes de proprietário, acabou na posse de Fernando Domecq em 1987 que substituiu todas as reses por outras provenientes de Jandilla (Cádiz). Assim, em boa verdade, embora os “Zalduendo” mantenham a divisa original, tratam-se de “Jandilla” de propriedade Domecq (com vários cruzamentos e apuramentos) criados nos espaços de Cáceres.
Publicado por João Tunes às 11:52
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Quinta-feira, 3 de Março de 2005

Próxima 2ª. Feira

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Eu vou
Tomar café
Com uma amiga
Que só não é antiga
Porque a amizade está sempre pintada de fresco.
Publicado por João Tunes às 17:35
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GRANDE PEDRO !

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Cio da Terra

Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão
E se fartar do pão
Decepar a cana
Recolher a carapa da cana
roubar da cana a douçura do mel
Se lambusar de mel
Afagar a terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra propícia estação
E fecundar o chão

(Milton Nascimento)

Obrigado, compañero Pedro.
Publicado por João Tunes às 16:18
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A LAS CINCO DE LA TARDE (4)

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Miguel Angel Perera, nascido em Badajoz em 1983, pertence à última vaga dos triunfadores.

Tomou alternativa o ano passado em Badajoz tendo como padrinho El Juli e como testemunha Matias Tejela.
Publicado por João Tunes às 11:54
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Quarta-feira, 2 de Março de 2005

POR ESTE ANDAR...

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Publicado por João Tunes às 23:36
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UM TRASTE COM PINTA

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Acabo de ver e ouvir na tv o tal Padre Nuno Serras Pereira, aquele que gasta a massa da caixa das esmolas em anúncios nos jornais a avisar que não dá a sagrada comunhão eucarística a pecadores, inclusive os que cumpram a lei ou exerçam direitos cívicos.

Pelos vistos, o traste é franciscano. E lá vi em contraponto, outro franciscano (o manhoso mas cívico Melícias) a dizer que o colega anunciante não estava a dar-se bem conta nas voltas com as leis canónicas. Um género de pedir desconto para tonto.

Não sei do mister nem quero saber. Sei, e isso chega e faz-me chegar a mostarda ao nariz, é que o traste tem pinta de fundamentalista a puxar para o neo-clericalismo fascistóide. Como se, historicamente, esse saco não estivesse mais que cheio. E se é por aí que ele quer ir, então lhe digo que vá dar uma curva ao bilhar grande e vá pregar à Irmã Lúcia. Isto aqui ainda é uma República.
Publicado por João Tunes às 22:17
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UM SÁDICO POR VIA TECNOLÓGICA?

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É mesmo da tecnologia? É agora… Deve ser mas é uma grande desculpa invocando o domínio diabólico da santa tecnologia. Que tem as costas largas, sabe-se. O mais certo é o maquinista ter-se especializado na charada do ocultismo. E estar-lhe a dar um enorme gozo a malta a esfalfar-se a espreitar, a esperar, a espreitar, treinar a paciência e depois ter niqueles batatóide como prémio. Filtrando amigos através das peneiras da paciência e da persistência? Mesmo se desconfiado não sou, disso desconfio.

Tudo contado, levo um bom carrego de esperas que o ecran se desengome. Mas eu só agradeço o jogo porque deram-me como meta produtiva esperar que o meu relógio de vida fique sem corda e se arrume a um canto. Mas não devo só pensar em mim, também penso nos activos, nos produtivos, nos enérgicos, nos ocupados. E o Carlos Gil pensa em quem?
Publicado por João Tunes às 21:39
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TAMBÉM LI E NÃO QUERIA ACREDITAR…

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PARTICIPAÇÃO AOS INTERESSADOS
Na impossibilidade de contactar pessoalmente as pessoas envolvidas o padre Nuno Serras Pereira, sacerdote católico, vem por este meio dar público conhecimento que, em virtude do que estabelece o cânone 915 do Código de Direito Canónico,
está impedido de dar a sagrada comunhão eucarística a todos aqueles católicos que manifestamente têm perseverado em advogar, contribuir para, ou promover a morte de seres humanos inocentes
quer através de diversas pílulas, do DIU, da pílula do dia seguinte - ou outras substâncias que para além do efeito contraceptivo possam ter também um efeito letal no recém concebido; quer por meio das técnicas de fecundação extra-corpórea, da selecção embrionária, da crio perseveração, da experimentação em embriões, da investigação em células estaminais embrionárias, da redução fetal, da clonagem...; quer através da legalização do aborto (votar ou participar em campanhas a seu favor), o que inclui a aceitação ou concordância com a actual «lei» em vigor (6/84 e seus acrescentos); quer ainda pela eutanásia.
O respeito pelo culto e pela reverência devida a Deus e a Seu Filho sacramentado, o cuidado pelo bem espiritual dos próprios, a necessidade de evitar escândalo, e a preocupação pelos sinais educativos e pedagógicos para com o povo cristão e para com todos são razões ponderosas que, seguramente, ajudarão a compreender a razão de ser deste grave dever que o cânone 915, vinculando a consciência, exige dos ministros da Eucaristia.
Da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo convida todos ao arrependimento e à retractação pública, para que refeita a comunhão com Deus e a Sua Igreja possam receber digna e frutuosamente o Corpo do Senhor.
a)_________________________
Pe Nuno Serras Pereira

Nota: Anúncio do «Público», de hoje, pg. 16
Publicado por João Tunes às 17:17
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FALANDO SOBRE MORCÕES

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Ele sabe que eu sei que Rochemback é um grande jogador. Como são Liedson, Hugo Viana, Carlos Martins e Custódio. E que outros andam por lá e também vão ser grandes jogadores. À mistura com outros tantos que não valem um caracol e mais um treinador que ainda vale menos que uma lesma. E que, com tão bons artistas, como equipa, aquilo é uma treta tremideira. Como acontece com o Benfica e com o FCP. E isso tudo junto é que dá interesse e emoção a este campeonato de pobres. Ou seja, uma disputa entre morcões. E assim, como não gosto de fancarias, o único interesse que me prende é saber se os morcões do Benfica são ou não campeões entre morcões. Porque, todos juntos, de morcões não passam.

Quanto à camiseta, agradeço a oferta. Mas, educadamente, dispenso-a. Não por demérito do artista (que o é e enche-me o olho, só lhe podendo agradecer por isso). Apenas porque, dando-se o caso de não usar pijama, se a vestisse iria parecer um morcão saído da cama.
Publicado por João Tunes às 16:28
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A LAS CINCO DE LA TARDE (3)

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El Juli, madrileno nascido em 1982, é uma das jovens e cintilantes estrelas da fiesta. Com uma carreira fulgurante. Tomou alternativa quando ainda muito novo, em 1998, tendo como padrinho José Maria Manzanares e Ortega Cano como testemunha. Ele trouxe para a arte de tourear um novo fluxo de irreverência e de alegria na forma de decidir vida e morte ali mesmo, na arena.

É um dos toureiros espanhóis com mais carisma e que mais troféus colecciona. El Juli em praça, é praça cheia.
Publicado por João Tunes às 00:58
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PAPA EM CINCO

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Um - No Barnabé (só podia ser).

Dois - A indignação do Lutz.

Três: O meu comentário ao Lutz:
Caro Lutz, sobre a publicidade que faz ao Barnabé, não comento. Porque navego longe dessa praia. Mas, pela consideração que lhe tenho, não posso deixar de comentar a sua tirada: "Relativamente à exibição, não vejo nenhuma razão para a sua queixa. Não precisa de assistir ao espectáculo, se não quiser. E relativamente a instrumentalização, ainda menos. Se é verdade que o Papa está a fazer com isso his point, devemos lembrar que está a fazê-lo com toda a legitimidade e em coerência total com aquilo que pregou e representou toda a sua vida. Daí, a última coisa de que pode ser acusado neste caso, é hipocrisia."
Mas como assim? Fazer zapping perante a mais velha ditadura da Europa? Não indignar perante a encenação da decrepitude de uma pessoa para contabilizar santidade de martírio a legitimar o próximo ditador do Vaticano que vai ocupar o cadeirão do papa polaco? Uma ditadura que alimenta o embuste de Fátima?
O barnabé Nuno foi de facto de mau gosto (e não vou perdoar ao Lutz ter-me levado a lê-lo). Sobretudo nos termos. Mas, mil vez pior que ele, e antes, foi a corja cardinalícia vaticanesca que expõe o sofrimento de um velho, sem pudor nem respeito. Aquilo é mera ostentação de poder, afirmando-o acima da contingência da vida. Ou seja, uma ditadura acima dos vivos, explorando sentimentos de desespero na luta da vida contra a morte como afirmação de domínio espiritual para com a fragilidade humana perante a dor e a velhice.
Só perdoo àqueles cardeais safados quando, por purgatório, os vir todos a escrever no Barnabé e a votarem no Louçã. Até lá, o Nuno do Barnabé é apenas um cardeal.
Abraço.


Quatro: Respondeu o Lutz:
Caro João, Um dos comentadores ao post em questão lembrou a semelhança das mortes lentas e públicas de outros ditadores, como as de Estaline ou Franco, e concluiu que isso seria próprio de ditaduras geriátricas. A comparação é irrefutável, mas penso que há algumas diferenças. Acredito mesmo que quem decidiu fazer da sua morte este "public statement" é o próprio Papa e que ele não é só um objecto duma encenação maquiavélica dos seus cardeais. E também penso que o espectáculo é genuíno, ou seja, é mesmo sobre o sofrimento e a morte, apesar de também querer capitalizar politicamente a sua "santidade". Não nutro, como o João deve calcular, nenhuma simpatia pela mais antiga ditadura de Europa, que é o Vaticano, e incomoda-me muito que até nas nossas democracias de hoje uma estrutura tão autoritária e antidemocrática como a Igreja Católica tem ainda tanto crédito. Mas em relação ao assunto do post do Barnabé, a exibição do sofrimento, este aspecto não me parece muito relevante.

Cinco: Insisto eu:
Caro Lutz, são insondáveis os mistérios dos bastidores das ditaduras. Pela contumácia, as vontades dos ditadores confundem-se com as da sua corte, por vezes com a da própria guarda pretoriana. Tendem para as irmandades perfeitas, não em solidariedade, menos ainda em fraternidade, mas em dinâmica de sobrevivência de domínio. A corte precisa do ditador para sobreviver, o ditador necessita da corte para o mesmo fim. Este sistema de vasos comunicantes em teimosias, que sabe não serem legítimas, gera a paranóia. Por vezes, muitas vezes, a esquizofrenia. Se derivares para o caso cubano, quem vai saber o que prevalece hoje entre as mentes canalhas e doentes de Fidel e de Raul (irá demorar décadas apurar, tentar apurar, se Raul foi o alter ego de Fidel ou vice-versa, ou seja, se Cuba foi dominada por Fidel com influência de Raul ou por Raul através de Fidel, embora se saiba, há muito, que houve a “impossibilidade” de o poder ter sido exercido de modo continuado e perverso através de Che ou de Cienfuegos, o último terá sido liquidado pelos seus, o primeiro foi mandado sacrificar-se para longe)? Certo é que o futuro da ditadura vaticanesca está nos cardeais, sobretudo entre os sucessórios. Tudo o que João Paulo II faça para santificar o trono é um valor de herança deixada à ditadura. São eles, os cardeais, os beneficiários deste exibicionismo de sacrifício, genuíno ou não. Porque o poder dos cardeais está na continuidade da ditadura. Assim, o próximo papa, quando se sentar no trono, vai-o encontrar já aquecido pela santidade do antecessor. Porque, meu caro, garanto que a história dos Bórgias não foi sonho meu. E quem tem capacidade de sondar o poder de influência e indução sobre um ser humanamente diminuído? Sei do que falo, não porque tenha acesso a gente de mando mas porque lido, em afectos, com velhos muito velhos e muito meus queridos e todos os dias tenho de treinar a contenção por respeito para não chantagear absolutamente nada a partir de um gesto de ternura que para mim não custa nada mas a eles lhes vale mais que oiro. Eu guio-me, em responsabilização, por uma lógica pragmática, que pode ser redutora, de analisar o quê interessa a quem. O amigo Lutz prefere iluminar a exposição do sacrifício papal através da identificação de uma vontade autónoma. Queira ou não, está a acender uma velinha em mais uma beatificação. Eu prefiro a análise política do fenómeno. Embora alinhasse com o Lutz se vislumbrasse que a seguir a João Paulo II, Vaticano passaria de ditadura a democracia. Não adivinhando isso nas estrelas, quando assisto ao filme penso em quem ele serve, continuando a servir. Assim, independentemente da vontade (até da bondade e das taras) de Woitjila, eu sei que os cardeais não dormem. E, hoje, o poder efectivo já é deles. Será com eles que devo pelejar, não por serem católicos mas por serem ditadores, respeitando o homem Woitjila na medida em que ele mo permitir. Abraço.
Publicado por João Tunes às 00:25
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Terça-feira, 1 de Março de 2005

POR PIEDADE, DEIXEM O HOMEM EM PAZ

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Um ditador já é velho demais quando inicia a ditadura. Porque recorre à arte mais velha do mundo que é impor o seu mando a outros. E que me desculpem as senhoras da vida, o vosso ofício está longe de ser o mais antigo, ainda vocês não tinham descoberto a forma de ganharem os vossos honorários com as misérias masculinas e já havia ditadores em funções. Porque qualquer ditador faz o que há de mais simples, ancestral e primitivo no mundo e que é mandar pela força.

Os povos deviam, no estado adulto em que nos julgamos, ser poupados ao primarismo do mando bruto. Mas o ancestral é rijo como cornos. Custa a desfazer. Se custa.

O pior de uma ditadura é quando ela é servida por um ditador velho. Sobretudo quando envelheceu na arte de ser ditador. Di-lo quem sabe de meia vida a gramar um ditador longevo e, sempre, mais e mais teimoso. Tão teimoso que morreu estúpido e deixou herança de estupidez. E tão estúpido que nos quis ensinar a arte de obedecer. E ensinou, essa é que é essa. Pois, a estupidez também é antiga. E a ditadura é a arte da velhice.

Veja-se Fidel, cada vez mais ditador e mais paranóico. Mais velho, segundo a lei da vida. Serve-lhe o mito romântico para que a pena por ele substitua a repulsa, bem mais justa e necessária, pela inumanidade do medo dos cubanos. Mário Soares, um dia, chamou-lhe, nas fuças, “dinossauro”. Mas talvez se tenha esquecido do saudoso Zé Cardoso Pires e que Fidel, para a esquerda-mesmo-esquerda, era e é (como o homólogo lusitano) um dinossauro excelentíssimo. Intocável, em nome da rejeição do mafarrico Bush.

Os fins dos ditadores, como todos os seus actos, são encenados minuciosamente pelas suas cortes. Mesmo as suas respeitáveis decadências humanas. Há qualquer coisa de nefando e obsceno na forma como se castigam os ditadores com o prolongamento forçado da encenação do seu mando para além da capacidade física e intelectual para mandar o quer que seja. Ditadores moribundos, ou para lá caminhando, são sujeitos a grotescos jogos de resistência ao fim da vida. Na efémera mensagem de que são eternos. Foi assim com Salazar (a quem representaram a senilidade teatral de que ainda mandava quando Marcelo já despachava na sua vez); idem com Franco; o mesmo com Brejnev que, nos últimos anos, já tinha camaradas a sacudirem-lhe o braço para acenar encavalitado no mausoléu de Lenine. Agora, o ditador da mais velha ditadura (o Vaticano) não escapa à regra.

A ditadura é velha e sábia mas (por isso?) não tem nada de criativa. E é cruel, até para os próprios ditadores.
Publicado por João Tunes às 16:51
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BLOGO-MINISTERIAR

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Um granjola do PS diz que se vai deixar de governar e ministeriar através da comunicação social. Logo apareceram candidatos a quererem transferir esta competência para a blogosfera. É o que se depreende da persistência com que o Blasfémias insiste em quase garantir que Vital Moreira vai ser o próximo Ministro da Saúde!

Ou trata-se apenas da evidência que, depois das eleições, a direita blogosférica anda com falta de assunto e ocupa-se agora da coscuvilhice politiqueira? (Valham-nos os excelentes textos do Gabriel Silva…)
Publicado por João Tunes às 12:54
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