Sábado, 23 de Outubro de 2004

INDECENTE

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Esta denúncia tem todo o sentido e oportunidade. Se os exemplos vêm de cima, como diz o outro, teremos mais e mais casos deste género. O mote está dado. Contraditório é algo que o poder estabelecido na base de fraca legitimidade ou competência escassa ou algibeiras compridas, não suporta. E quando chegam lá pela legitimidade (com prazo) dada pelos votos, logo tratam de transformar esse prazo de mandato num sem prazo de poder. Este país está cheio de ansiosos por serem ditadorzinhos mesmo que confinados aos limites de uma paróquia.

Abaixo!
Publicado por João Tunes às 18:28
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SOBRE UMA QUEDA

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Um dos nossos grandes educadores, verberou asperamente os que se riram da queda de Fidel (“um velho a cair, como acontece aos velhos”, segundo JPP). Como se esperava, teve imediatos seguidores, alguns mais papistas que o papa, como é costume. E vai daí, ao labéu da “estupidez” lançado por JPP, não faltaram os sublinhados do “mau gosto” e da “piada tosca”. Por exemplo, foi o que encontrei aqui.

Ora, no meu entender, JPP e seguidores, manipulam um sofisma com a manha da demagogia moralista. É que eu e outros não nos rimos da queda de Fidel por ele ser velho, mas sim por ser um ditador. No que respeita à velhice de Fidel, e pela parte que me respeita, lamento só que Fidel, sendo ditador, também seja velho, na suficiente medida em que se é péssimo que ele tenha poder absoluto sobre um povo, indigna que o seja há 45 anos (quarenta e cinco anos!). E são estes quarenta e cinco anos de ditadura que fizeram com que o facto tivesse sido a queda de um ditador velho e não se tivesse tratado da queda de um ditador novo. Politicamente, o que é relevante na “velhice” de Fidel é isto, são estes quarenta e cinco anos com demasiado sangue e tortura à mistura. Pelo que, se me ri da queda de Fidel (pelo simbólico que tem um ditador, qualquer ditador, com o seu absolutismo estendido no chão), muito mais me riria, festejaria até, se esse “acto falhado” tivesse acontecido quando o ditador era “novo”. Porque seria um símbolo, ou sinal de esperança, de que os cubanos podiam começar a respirar mais cedo. Porque, queira-se ou não, a queda de Fidel (em acto público) vai ter impacto de fragilização da ditadura, na medida em que os símbolos e sinais têm uma energia própria. E isso, que me desculpem, acho que foi bom para os cubanos, porque prefiro o direito dos cubanos à democracia que a compostura da dignidade de todo poderoso por parte de Fidel Castro.

Não me riria de certeza, pelo contrário ficaria bem pesaroso, se Mário Soares, Emídio Guerreiro ou Fernando Vale (o primeiro com idade próxima da de Fidel, os dois últimos, estimadíssimos casos de longevidade), tivessem uma queda a sair de um palanque ou dos degraus da porta de casa. São velhos estimados, democratas, pessoas de uma vida cheia de prática de luta convicta e tolerante, são homem do bem comum. São “nossos” velhos. Olhamos para eles como olhamos para um avô de quem gostamos muito. Merecem a ternura de os desejarmos compostos, de saúde e alegres de continuarem sábios, activos, escutados e respeitados entre nós.

Voltando à vaca fria, e ao contrário do que disse JPP, Fidel não caiu por ser “um velho”. Só teve aquela queda por ser o ditador de Cuba. E podia tê-la mesmo sendo “novo” (os novos também tropeçam…). A queda deu-se no contexto de uma celebração do regime, os degraus que lhe escaparam eram degraus do púlpito do poder absoluto de comandante-chefe imposto ao seu povo. Logo, o sofisma como truque apelativo a sentimentos de respeito pelos idosos, não será de “mau gosto” (é pouco), mas um mero artifício oratório de galões de superioridade moral.

Demagogia com demagogia se paga. Então vá. Há mais velhos em Cuba. Há velhos sem liberdade. Há velhos nas prisões. Há velhos torturados. Há novos que vão ser velhos dentro das prisões cubanas por delito de opinião. Há velhos marginalizados ou presos por escreverem aquilo que Fidel não permite que se escreva. Por esses velhos, mais os novos que correm o risco de envelhecerem (os que não forem assassinados) privados da liberdade, por esses velhos, repito, aqui me tenho batido e por eles tenho clamado. Aguardo acto de coerência e de inteligência, da parte dos “defensores dos velhos” que são, pelos vistos, JPP e os seus discípulos. Fico à espera.

(na foto da AP, Fidel, composto e com toda a dignidade e aclamação ditatorial, pistola à cintura, antes de cair)
(serve como contrição e reposição do devido respeito para com o Comandante?)


Adenda 1:
Quase diria que este post valeu a pena só por ter estarrecido algo a estimada lolita que se amofinou com a minha reacção à reacção de JPP, dela e de outros.
Obviamente que a história de “seguidores” e de “discípulos” está a mais na minha escrevinhadela. Era escusado. Foi a irritação a ferver. Aqui, sim, retrato-me já. Já está.
A lolita não quer discutir o que me parece a essência da questão- a ditadura cubana. Está no seu direito. Para mim, sem passar por aqui, o assunto deixa de ter qualquer interesse. Independentemente da apreciação feita sobre o regime de Fidel Castro.
A lolita, ladina na condução do fio da conversa, tenta levar o sério e a essência para o respeito e para as circunstâncias. Mas não vou nessa. Para esse peditório já dei no corpo do post.
Claro que folgo que a lolita mantenha intacta a sua opinião. Confirma que só concorda com quem quer e lhe apetece. E não o lamente, porque isso, só por si, diminui um bocadinho a segurança da opinião. A menos que o lamento seja uma peça de ironia para cortar cerce pretensas veleidades minhas a alguma ambição de espalhar concordâncias. Se for o caso, deixe-se disso, pelo que julgo conhecer de si, seria demasiado tosca a minha capacidade de apreciação para a ousadia de pretender virar-lhe as ideias e as opiniões. E os nossos ocasionais bate-papos perdiam a graça toda. Assim, Saludo e até à próxima.

Adenda 2:
A lolita voltou ao tema. Está visto que não nos entendemos sobre a ordem de trabalhos do que cada um entende que há para discutir. Estamos de agulhas às avessas. Insistir seria resvalar para a teimosia. Mais temas surgirão ou melhor oportunidade para voltar a este que agora bloqueou. O prazer do papo, esse ninguém mo tira. Já cá canta. Adelante compañera.
(desconfio que o besugo e companheiros, a esta hora, já devem estar enciumados por lhes estar a roubar o privilégio de polemizarem com a sua blogoparceira)
Publicado por João Tunes às 15:57
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VLADIMIR HERZOG

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Vladimir Herzog, jornalista brasileiro, foi cobardemente assassinado pela ditadura militar daquele país, em 1975, depois de ter sido torturado e humilhado no centro policial de uma unidade militar em São Paulo. Na altura, a justificação dada pelos militares foi que Herzog se tinha suicidado.

Os remorsos de um cabo da secreta militar levaram a que este entregasse agora ao jornal “Correio Braziliense”, fotos que mostram o tratamento a que o jornalista foi submetido no presídio militar. De seguida, as imagens foram publicadas e chocaram a opinião pública.

A situação embaraçou as Forças Armadas do Brasil que tentou passar-lhe ao lado, dizendo que tudo não passava de uma “vingança”. No entanto, a intervenção firme do Presidente Lula impôs que o alto comando militar do Exército se retratasse e “lamentasse” o sucedido.

A Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Deputados do Brasil exige, e muito bem, a reabertura das investigações sobre a morte de Herzog.

Faça-se justiça, dizemos nós daqui. Quem sabe se os torcionários não andam a passear as fardas pelos salões oficiais.

Mais informação sobre este caso pode ser obtida aqui.
Publicado por João Tunes às 00:41
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CONTRA A MARÉ

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Numa coisa apenas estou de acordo com o infeliz e problemático candidato a Comissário europeu, Sr. Buttiglione. É quando ele diz que devemos ter compaixão pelos gays. Eu tenho. Porque não gostam de uma das melhores coisas que há na vida de um homem – fazer amor com uma mulher. Tenho mesmo. Deles e dos castos.
Publicado por João Tunes às 00:05
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2004

EM QUE FICAMOS?

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Depois de ter lido este post de Vital Moreira, leio agora isto da mesma autoria.

Não entendo. Se não há motivos para ilusões de "aggiornamento" na Soeiro Pereira Gomes</i> (e eu julgo, como Domingos Lopes, que Carvalho da Silva é a última hipótese, remota mas não descartada, haja fé!) como admirar que uma lei burguesa não seja cumprida pela classe operária? A ditadura do proletariado é o que é – mais democrática que qualquer democracia arquitectada pela burguesia mais democrática.
Publicado por João Tunes às 22:36
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CONFISSÃO ?

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Terei lido bem?
Publicado por João Tunes às 21:52
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MINISTRO DAS BARBARIDADES PÚBLICAS

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Um ministro que julga que o charme disfarça as barbaridades ditas e reditas, disse isto ontem na RTP (em entrevista a Judite Sousa), segundo o relato da Lusa:

”Quanto à refinaria de Leça da Palmeira, cujo relatório apresentado pelo Ministro Nobre Guedes aponta o dedo à Galp, António Mexia diz que a decisão de encerramento vai competir ao Ministo das Actividades Económicas, e a todas as outras pessoas que à sua volta tenham de dar contributos. Do ponto de vista da empresa, considera que a questão essencial é que nos últimos 3 anos, a Galp, orgulha-se e todas as pessoas que lá trabalham deve orgulhar-se, de uma viagem que fizeram do ponto de vista de alteração de cultura, de criação de valor, de melhoria das responsabilidade, em particular naquilo que diz respeito aos critérios de segurança. Mexia afirma que tudo o que é feito em Leça, pode ser feito em Sines.”

Este bárbaro engomado e engravatado, que desgovernou a Galp durante três anos, fazendo uma carreira no Estado que ele quer varrer onde quer que exista.

Este bárbaro enriquecido (não dizem que é o ministro mais rico?), que a imprensa noticiou que gastou um milhão de contos a destruir a imagem da Galp quando entrou e outro milhão a repô-la.

Este bárbaro ministriado, que tudo fez para definhar a actividade petrolífera e dar todo o gás ao gás natural.

Este bárbaro adulado por jornalistas sedentos de pão para a bucha e para os outros gastos, que anunciou a intenção de acabar com as actividades de refinação e de exploração petrolíferas.

Este bárbaro santanete, lançado por Pina Moura, que, disse a Petrocer, tudo fez para que a Carlyle de Carlucci metesse o dente e as garras na Galp.

Este bárbaro com a estrelinha da sorte, a quem os deuses permitiram que o acidente em Leixões ocorresse dias depois de deixar a presidência da Galp e assim não prestar contas sobre a segurança pela qual (não) zelou.

Este bárbaro com pose de pavão, que presidiu a uma empresa e saiu dela sem saber que na Refinaria do Porto se processam produtos que não são processáveis na Refinaria de Sines.

Este bárbaro arrogante, que tratou os trabalhadores da Galp como se fossem um custo.

Este bárbaro só podia ser ministro com Santana Lopes.
Publicado por João Tunes às 17:44
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A PROPÓSITO DE QUEDAS

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O Ditador caíu. Não a Ditadura. Porque, depois da queda, o Ditador continua a mandar. A luta continua. Liberdade para Cuba. Porque os cubanos não são menos que nós, merecem um 25 de Abril.
Publicado por João Tunes às 14:39
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EI, VOCÊS AÍ ...

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Quando é que são cidadãos da União Europeia?

Não se atrasem. A Turquia está quase.
Publicado por João Tunes às 13:01
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FLASH

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Apenas um rapaz feliz entre as irmãs...

E eu rio-me, meio pateta de orgulho inchado, como se estivesse a ter ternura ao ver frutos num espelho. Estou pior. Agora é que tenho mesmo de ir ao médico.
Publicado por João Tunes às 11:56
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LÍDER FORTE OU O RESPEITINHO PELO CHEFE

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“Foi importante, muito importante [o Governo ser liderado por Santana Lopes]. É um líder indiscutível. Um Governo só funciona com uma liderança forte. Uma das coisas mais importantes é respeitar o chefe.”

(ministro das obras públicas e transportes, em entrevista à revista Visão)
Publicado por João Tunes às 11:41
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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2004

MISTÉRIO

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Sei lá porquê. Hoje, olhei o mundo e foi assim que me apareceu. Garanto que não sei porquê. Talvez seja a gripe que vem aí. Ou então ando a sonhar acordado. Vou ao médico. Até lá, façam favor de me darem o merecido desconto.
Publicado por João Tunes às 18:46
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CURIOSIDADE

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É vital o desenvolvimento da curiosidade. Pelas coisas e pelo mundo. Porque estamos e para onde vamos. Vital sobretudo para se encontrarem as saídas. E para recreio e ginástica do espírito, evitando as preguiças da rotina do deixa andar que logo se verá. Ou pior, engolir aquela de que o mundo sempre foi assim e assim sempre será, atando-nos ao conformismo perante os poderosos interesseiros. Ter a curiosidade de questionar e tentar ver por mais que um ângulo, é um bem muito escasso na nossa sociedade. Nesta sociedade pobretana habituada a amouchar. Preocupam-me sobretudo os jovens, tantos jovens, que se adaptam às rotinas, representando diferenças na procura de frenesins que só transgridem no mais que acessório. Porque só um velho, muito velho, demasiado velho, deveria ter o direito de fechar à chave a sede de entender.

Mas irrita-me solenemente, a curiosidade de colecção, a acumulação maníaca e fútil de dados sobre as pessoas, as coisas, os pormenores e os detalhes. A mera curiosidade pelas circunstâncias. A incapacidade por saber o necessário para tecer um qualquer entendimento. A falta de critério e rumo no caminho do saber. Saber por saber. Porque só um velho, muito velho, demasiado velho, deveria ter o direito a coleccionar dados na ilusão de fabricar um bicho de contas.
Publicado por João Tunes às 18:25
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SEMPRÚN

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Ler Jorge Semprún, mais que o ler, é uma emoção. Não o consigo ler assim como se lê um livro. Mesmo que bom, muito bom ou excepcional. Porque Semprún permite-me conviver com ele e sinto os seus escritos mais como um convite a uma conversa de confidências, em que as almas se abrem, que o depósito de um estilo e de uma narrativa.

(Estou a dizer isto e reparo agora que cometo uma injustiça de esquecimento que há que corrigir. Semprún não é o único. Houve caso semelhante, sim, outro, quase tal qual, Zé Cardoso Pires é claro.)

Quando um novo livro de Semprún me cai nas mãos, preciso de me preparar para a partilha das emoções. Para que, em vez de apenas ler, consiga navegar com ele. Porque a partir do momento do início, o mundo, enquanto o livro dura, é todo visto numa cumplicidade construída (por mim) entre o meu e o seu olhar.

Li-lhe os livros todos. E cada um, embora as voltas das suas memórias nunca vagueiem para além das mesmas obsessões, foram uma descoberta e um reencontro. Mais, uma celebração. Com alguém de quem gostaríamos de ser capazes de usar as mesmas palavras. Falar assim, ver assim. Gosto sobretudo de o ler em castelhano e em francês, porque acho que a dureza do nosso falar lhe diminui os cheiros dos sentimentos.

Há um ror de dias que comprei o seu último livro (*). Olho-o e verifico se estou preparado para lhe entrar. Hesito e adio. Tenho a impressão que hoje não me escapa. Hoje vai. Vai mesmo?

(*) “Vinte anos e um dia”, Jorge Semprún, Edições ASA
Publicado por João Tunes às 15:14
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MAFALALA DE MAPUTO

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Maputo é, apesar dos apesares, uma cidade com uma magia tremenda. Mesmo agora, com a sua beleza enrugada e nódoas negras por tudo quanto é sítio. Fosse lugar seguro, que não é, seria uma cidade para nela se gastarem os pés, os olhos e os vagares das conversas, olhando o Índico, esse Índico, imaginando garoupas a saltarem contra a maresia, recitando os muito bons poetas moçambicanos, convivendo com aquelas gentes tão gentis, apesar de esbulhadas, antes por colonos sequiosos de bens e panache e agora pelos mafiosos frelimistas e renamistas, incapazes ainda, oh gentes, de dizer basta.

Mafalala é um dos seus bairros (*). Não me surpreende nada que quem foi lá que criou raízes para ser humano, o saiba cantar com talento de saudade dorida. Como o faz, admiravelmente bem, o Carlos Gil. Assim (e com a devida vénia):

Um bairro

Mafalala, oh Mafalala
bairro rico ao metro quadrado
o maior índice da cidade
de carrinhos em arame moldado

Mafalala, oh Mafalala
onde vivi até aos quinze
bairro que queriam que eu visse
o calção limpo, os olhos fechados

Mafalala, oh Mafalala
bairro de putas e operários
vendedoras de bazar, mainatos,
tantos caminhos cruzados

Mafalala, oh Mafalala
mil caminhos para milhares
teus becos, meu gelo-doce
foi lá que despedi a virgindade

Mafalala, oh Mafalala
onde vivi até aos quinze…
eu de olhos fechados
tu a ensinar-me a olhar

Mafalala, oh Mafalala…


(*) Filhos de Mafalala são, por exemplo: Eusébio, Craveirinha (poeta), Chissano (presidente) e Chibanga (toureiro).
Publicado por João Tunes às 00:06
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