Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Outra das romagens foi prestada por um grupo de alunos do Centro de Formação Profissional de Águeda que ali fizeram uma visita de estudo. João Caseiro, formador do centro e responsável do grupo, contou à Lusa que "é preciso deixar de pensar no Salazar como um fantasma e compreendê-lo como um homem do seu tempo". Um destes alunos esclareceu que Salazar "não deu a liberdade à população, mas não nos envolveu na II Guerra Mundial".
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Adenda: Uma leitora (Helena Velho) deixou o seguinte comentário:
Mais uns tempitos e os meus netos ou minhas netas vão aprender nos livros oficiais que ele, o tal que não nos envolveu na II Grande Guerra (era um humanista! bof!), foi o maior Chefe de Estado deste País de brandos, brandíssimos costumes e parca memória!
E eu digo que esta é uma hipótese-pesadelo mas hipótese. De qualquer modo, e para já, temos este dado espantoso: um Centro de Formação Profissional (!) organiza, em 2009, num dia de semana, excursões de formandos ao cemitério do Vimeiro para visitar a campa de Salazar no dia do seu aniversário. E a pergunta que salta é esta: ser salazarista já é profissão? Ou uma outra: o formador-excursionista, em vez de formar, abusa?
De Helena Velho a 29 de Abril de 2009
Mais uns tempitos e os meus netos ou minhas netas vão aprender nos livros oficiais que ele, o tal que não nos envolveu na II Grande Guerra(era um humanista!bof!), foi o maior Chefe de estado deste País de brandos, brandíssimos costumes e parca memória!
Este comentário merece "subir" até a folha de rosto.
De paulo santiago a 1 de Maio de 2009
gaita João,este Caseiro não é um Formador,é antes
um Violador da consciência cívica,e não imaginava
"bestas" destas aqui para os meus lados.
Águeda, ALMA do M.Alegre,não merecia ser falada
por este motivo.
Lamentável
Abraço
Há de tudo em todo o lado, caro Paulo.
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