A história do estoniano Herman Simm (na foto) é um caso que ilustra a profundidade e resistência da rede tecida durante muitas décadas pela espionagem e contra-espionagem soviética (e que coordenava e comandava as das “democracias populares”) e que era um suporte essencial do campo do “socialismo real”. O caso Simm confirma que esse enorme polvo continua a mexer os seus tentáculos, reactivando antigas cumplicidades e recrutamentos. Que Putin, antigo oficial do KGB, saiba mexer estes velhos cordelinhos agora ao serviço dos interesses russos não espanta pois não haverá, em todo o mundo, um chefe de governo tão bem preparado na arte dos serviços secretos e tão ciente da sua importância.
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