Quarta-feira, 10 de Novembro de 2004

O MEU AMIGO MAIS NOVO

Vicente3.jpg

Aqui está ele, espantado com o mundo que veio encontrar. Vicente de seu nome, portuense pela fatalidade de lhe ter calhado, na rifa demográfica, mãe e pai tripeiros. Mas ninguém, sobretudo quando nasce, pode aspirar à perfeição… E se de ser portuense não lhe escapou a sorte, ao menos não tenha o péssimo gosto de portista também ser!

Daqui, para a Invicta e com os pais incluídos, um grande abraço para o rapaz (e agora o meu mais jovem amigo), com desejos que o mundo não o desiluda, antes lhe sorria, mas que ele faça a parte que lhe compete para o melhorar.
Publicado por João Tunes às 14:56
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6 comentários:
De MJ a 21 de Novembro de 2004 às 21:28
O Vicente gostava muito de conhecer o seu amigo João Tunes... será que podemos ambicionar a uma visita sua às gentes do Norte?
Quanto a ser portista, para já, tem escapado à tentação do pai de o inscrever como sócio do FCP... não sei por quanto tempo...
Beijinhos dos pais babados do Vicente
De Paula Morgado a 11 de Novembro de 2004 às 18:31
Maria João, Parabéns pelo Vicente! Esse Uminho pregou-nos um grande susto, espero que agora esteja tudo bem. Vai dando notícias. Beijos para os 3.
De Joo a 10 de Novembro de 2004 às 22:55
Caro Vicente Gil, respondo-lhe por consideração acumulada (caso contrário, mandava-o dar uma curva). Sou um profundo amante do Porto e das suas gentes, tanto que lhes topo as virtudes e os defeitos (e, para mim, a maior da qualidade dos tripeiros é evidenciarem de uma forma escancarada os seus defeitos). Porque com elas vivi num tempo que me marcou. Talvez mais que muitos "portuenses de gema". E tanto que deu para entender que não há, em sítio algum, "gente como outras quaisquer". Embora invoque perante elas a minha "superioridade" de eu ser ainda mais do norte. Outra regra minha: só "provoco" pessoas de quem gosto. Foi o caso. Mais, neste caso, pessoas de quem muito gosto. Não percebeu? Pois, os afectos são insondáveis para quem está de fora. Quando se resolvem meter pelo meio, com discursos racionais, fazem figura de "pau de cabeleira". Com franqueza "do norte", acho que foi o seu caso. Mande sempre.
De Joo Carvalho Fernandes a 10 de Novembro de 2004 às 22:31
Parabéns Maria João pelo primeiro pimpolho!
De Pedro Santos a 10 de Novembro de 2004 às 19:59
Neste país bem precisa de todos os votos de boa sorte.
De Vicente Gil a 10 de Novembro de 2004 às 18:52
Aproveito para saudar o meu homónimo tripeiro, com o respeito que me merece a esperança no futuro.
Mas é a si, João Tunes, que eu me dirijo.
Que não goste do bicampeão europeu que dá pelo nome da minha terra é-me indiferente, apesar de eu ser portista, mas porque é que aproveita todos os bocadinhos para dar umas alfinetadas no Porto cidade? Trata-nos, à terra e às gentes, como se pegasse num cardo e depois – não acredito que seja para parecer politicamente correcto – dá umas a abater, como quem diz, coitados, são assim mas não têm culpa. Saiba João, que conforme os matosinhenses não são narcisistas e a malta da margem sul do Douro não se purga no médico-autarca, o pateta que preside à autarquia da Invicta é apupado quando sai à rua. Também não temos nada a ver com a tropa, apesar de haver um tipo cá da urbe que escolheu chamar-se Major. Se aplicássemos o método de tomar o todo pela parte, à Quinta das Celebridades, a malta do sul não sairia lá muito favorecida, porque só havia lá um cepo do norte. Nós somos gentes como outras quaisquer, com as mesmas angústias e aspirações das pessoas de outras latitudes. Talvez tenhamos uma identidade muito marcada, comparável apenas à das gentes de uma outra região portuguesa, o Alentejo. Será por isso que se contam anedotas de alentejanos?

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