Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2005

HÁ CEM ANOS, UMA REVOLUÇÃO CIENTÍFICA NO NOSSO CONHECIMENTO

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Einstein, um dos cérebros mais brilhantes que passearam pela terra. Também um homem de progresso e de humor. Que até sabia ser feio.

De Einstein lembro hoje, não a sua célebre equação, os seus talentos e a forma como quis que tivéssemos um mundo melhor. Disso falarão outros mais entendidos. Lembro apenas o episódio em que, numa festa, uma actriz de cinema, bonita e frívola, o tentou seduzir com esta proposta:

- Já viu, Albert, se de uma nossa ligação, nascesse um filho com a minha beleza e a sua inteligência?

Ao que o sábio, arrastadamente, respondeu:

- Oh minha senhora, e o risco de sair ao contrário?
Publicado por João Tunes às 16:30
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9 comentários:
De Joo a 26 de Janeiro de 2005 às 23:08
Não tem nada de mal. A intenção foi legítima e decente. Abraço.
De Werewolf a 21 de Janeiro de 2005 às 22:41
Na verdade concordo plenamente consigo, está perfeitamente desadequado o epíteto de judeu, relativamente a Einstein (ou outra qaulquer personalidade, raça ou etnia),naquele meu comentário, porque as pessoas valem por si e não pela raça ou etnia a que pertencem. Mas espero ter corrigido a impressão que eventualmente possa ter deixado.
De Werewolf a 21 de Janeiro de 2005 às 22:34
Não caro João o defeito profissional não se refere ao que diz, pois ser judeu, árabe, branco, preto, amarelo, vermelho, cigano, ou qualquer outra raça não é defeito nenhum, sou um acérrimo anti-racista, como já deve ter compreendido, e um defensor da diversidade e individualidade de cada um. Sou o que sou sem dar a mínima importância à raça ou etnia a que pertenço, isso não tem qualquer valor, neste campo, como noutros, a minha única intolerância é ser totalmente tolerante.

Provavelmente expressei-me mal, o que pretendia dizer era deformação profisssional, porque sou professor de História.

Aliás e como diz muito bem nem sequer era importante que Einstein tivesse nascido há 200, 100 ou 50 anos, mas sim a sua eterne juventude intelectual.

Abraço meu caro João
De Joo a 21 de Janeiro de 2005 às 00:49
É simples, Ana: é não querer ser bonito...
De Ana a 20 de Janeiro de 2005 às 23:33
Por acaso li este post quando acabou de ser editado. Mas depois fui arejar, que já estou melhor e fartiiinha de estar em casa. E fiquei cá a matutar com os meus neurónios: O que será isso de saber ser feio??... Sim, que a gente acha-se ou não feio, conforma-se ou revolta-se, eventualmente até gosta... Mas "saber ser feio"?.. Para além de curiosidade pura, dava-me um certo jeito saber tal coisa, em especial para aqueles dias em que acordo tão olheirenta e enrugada que nem gosto de para mim olhar ao espelho.

Abraço.
De IO a 19 de Janeiro de 2005 às 23:06
Resposta a condizer com o génio do Albert!! _ abraço, IO.
De Joo a 19 de Janeiro de 2005 às 19:46
Já agora, caro Werewolf, e por curiosidade, qual é o seu "defeito profissional" e que invocou? É ser judeu como Einstein? Se assim for, não concordo. Tanto que, por norma, quando se trata de personalidades (divinas ou satânicas) tento omitir a origem étnica. Porque, no bem e no mal, ela me parece ser a menos relevante na identidade e personalidade de cada pessoa.
De Joo a 19 de Janeiro de 2005 às 19:41
Toda a razão, caro amigo. Obrigado pela atenção e pela correcção. Havia qualquer coisa que não me parecia bater certo mas fui atrás dos 100 anos, quando o centenário corresponde às teorias dele. Já dei a volta ao texto, precisando o título. Porque o importante é Einstein que será sempre um jovem em qualquer ano ou época. Abraço.
De Werewolf a 19 de Janeiro de 2005 às 18:38
João, sem querer desmerecer do seu post, que está excelente, lembro-lhe que Albert Einstein, judeu, nasceu em 14 de Março de 1879. Já agora um pequeno preciosismo, defeito profissional, às 11h 30m da manhã, na cidade de Ulm, na Alemanha. Portanto fará este ano 126 anos que nasceu.

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João Tunes

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