Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

Como diz o outro, a luta continua

Publicado por João Tunes às 11:41
Link do post | Comentar
Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

Numa espécie de democracia bernardina

 

Seis horas en posición de firmes delante del Palacio de la Cultura Popular de Pyongyang (Corea del Norte) ha sido el castigo impuesto a los jugadores de la selección de fútbol tras su eliminación en el Mundial. Peor destino ha sufrido su entrenador, que ha sido castigado a trabajos forzados.

 

(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 15:49
Link do post | Comentar | Ver comentários (1)
Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

O nacional-proibicionismo

 

Sujeitos que não entendem patavina daquilo que não gostam, não conseguindo passar da repulsa bárbara assente em clichés, transformando os diferentes em idiotas para facilitar o caminho do nojo, estão encantados com o proibicionismo catalão antitaurino. Pois, muito bem, meus caros, perder ou ganhar é a mesma democracia. Por mim, fico à espera que o proibicionismo chegue à Andaluzia, o que talvez não aconteça já na próxima semana. Mas os proibicionistas Rui e Luís podiam ter dito uma palavrinha sobre o fundo da questão, a do nacionalismo de faca e alguidar, pois aqui a tourada é mero pretexto de anti-espanholismo. Aquilo não é repulsa a sangue de toiro bravo. É sede de ver a Espanha partir-se aos pedaços. Se necessário, com outros sangues. Como aqui comentou o meu amigo Daniel:

 

No dude usted de cuáles son los verdaderos motivos por los que en Cataluña se han prohibido las corridas de toros: Porque son un símbolo de España. Lo de la tortura al animal y esas milongas es secundario.

No se trata de un asunto de compasión hacia los animales, sino de manipulación política. Esta vez la víctima fue la tauromaquia.

Cataluña sigeu dando pasos atrás en la historia. Ahora, los aficionados catalanes se verán obligados a viajar a Perpiñán, en Francia, para ver una corrida de toros. Como en la época de Franco, cuando iban allí a comprar los libros y ver los films que la dictadura prohibía.



(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 23:08
Link do post | Comentar | Ver comentários (7)

Hoje, não sou catalão

 

(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 14:49
Link do post | Comentar | Ver comentários (1)

Salto até à fama

 

Correspondendo a um convite mui honroso fui até aqui. Com direito a passadeira vermelha, vermelhona, foi o que se chama um convite bem equipado.

Publicado por João Tunes às 14:11
Link do post | Comentar
Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Felizmente, agora não caíram bombas em Pristina

 

O nacionalismo, incluindo o nacionalismo inscrito no internacionalismo, ou já não é o que era ou é outra coisa diferente de há poucas décadas atrás. Por exemplo, o Kosovo. Lembro-me das secas que levava nas décadas de setenta e oitenta dos maoístas pró-albaneses que, sempre tão profundamente internacionalistas e tão minimamente nacionalistas, colocavam a autonomia e a independência do Kosovo como a causa maior do proletariado mundial. Quanto aos brejnevistas, longínquas já as décadas de nojo perante o titismo, a Jugoslávia integrava como suporte da ditadura local e camarada o reconhecimento da supremacia sérvia e, portanto, o Kosovo não passava de um tabu. Nos conflitos balcânicos que trouxeram a guerra de regresso à Europa, viu-se que o crime, a guerra, a carnificina, não iam parar até tropeçarem na questão do Kosovo. A Jugoslávia foi-se descascando como se fosse uma cebola em streap-tease, triturando ódios e corpos, repetindo crimes até à obscenidade. A orgia de crime e sangue só parou com a adição das bombas da NATO em cima dos sérvios. E, depois, quando parecia que nem a Albânia já estava interessada e motivada pelo Kosovo, este território decidiu-se independente. Entre a indiferença quase geral. Até os sérvios, em vez de bombardearem Pristina, protestaram politicamente e recorreram ao Tribunal Internacional. Perderam a causa e continuam a não bombardear Pristina. E os kosovares fizeram assim a modos que uma festinha. Não mais que isso vale hoje o Kosovo. Andaram tantos a matarem pelo Kosovo para quê?

(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 16:51
Link do post | Comentar
Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Já anda no ar a electricidade da impaciência

 

Não, não é vontade de repisar o pisado. Apenas um gozo a ferver baixinho, mas a ferver, de, encerrado o ciclo do festival do futebol inter-nacionalista, empanturrada que está La Roja de comemorações que já ninguém se atreve a prolongar (e que na fase final já deram para o torto com os do Barça a quererem afirmar-se acima da selecção), ver regressar em força a essência do futebol, o futebol dos clubes. Ou seja, a passagem da circunstância e do ritual patriótico para a força da paixão bruta, a mais genuína e intensa no futebol. E tanto que um adepto a sério se dispõe a – simbolicamente – morrer por ela. Porque é isso que acontece todos os anos nos estádios, jogo a jogo, um tipo entra e senta-se em estado morto, umas vezes como morto desanimado e outras como morto confiante, depois só os golos e as vitórias o trazem de volta à vida. Caso contrário, leva o seu cemitério interior para casa. Não há hino nacional que consiga uma e outra coisa. No mínimo, há uma distância de solenidade que não o permite, além de outras inibições (a mim basta-me que Cavaco seja um dos símbolos da soberania portuguesa para engalinhar com esta, onde quer que se manifeste). Mas com o clube tudo se rompe e se mistura - a cor, o emblema, os cânticos, os cachecois, a ilusão de que estamos em comunhão com os nossos. Transformando, quantas vezes, o incréu mais desconvicto no místico mais exuberante.

(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 23:31
Link do post | Comentar

E ainda há quem diga que se usa pouco o debate político em Portugal

Publicado por João Tunes às 11:38
Link do post | Comentar | Ver comentários (4)
Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

Mais dia, menos dia, conto voltar

 

Adenda (21/7/2010): Obrigado pelas simpatias manifestadas (que incluíu a presunção altamente favorável de que pertenço ao número dos eleitos que só "pausa" para férias...).  Agora, como se diz noutro domínio, há que ir treinando para recuperar o ritmo competitivo.

Publicado por João Tunes às 22:19
Link do post | Comentar | Ver comentários (8)

Novos ventos?

 

Os primeiros prisioneiros políticos libertados das masmorras de Cuba já chegaram a Madrid. Outros se seguirão por “lotes” nos próximos dias até que se cumpra a meta garantida pelo ministro dos negócios estrangeiros espanhol, Miguel Ángel Moratinos, que invoca um compromisso formal do governo cubano, de que “todos os presos políticos de Cuba vão sair dos cárceres”. Esta é, naturalmente, uma excelente notícia. Relativamente à qual, não há que duvidar sobre a intenção de serem honrados os compromissos negociados entre o governo cubano, o governo espanhol e a Igreja Católica.

Mas tratando-se de uma notícia que só pode ser festejada com toda a alegria pelos que estimam a liberdade como bem supremo (uma espécie de remake para os portugueses mais velhos, os que festejaram com lágrimas de alegria incontida a libertação, no 25A, dos "nossos" presos saídos de Caxias e Peniche), e partindo-se do princípio que o governo cubano não está a esvaziar as prisões políticas para mais tarde as povoar de novo, está lançado um crucial desafio à sociedade cubana e que é a de como vai viver (ou sobreviver) sem repressão política e social e sem presos políticos. E, é claro e concomitantemente, sem perder a sua soberania e acrescentando direitos sociais aos que alcançou com a revolução e poder viver melhor, respirando os novos ventos da liberdade. Porque nada do que se consideram "conquistas da revolução" é automaticamente posto em causa por se acrescentar liberdade e democracia. Pois o maniqueísmo da falsa escolha entre liberdade e igualdade sempre foi o alibi paranóico dos dogmáticos, dos fanáticos e dos impositivos de toda a espécie. Naturalmente que não o poderá fazer sem o fim do regime de partido único, permitindo o pluralismo, a liberdade de expressão e de organização cívica, social (nomeadamente, permitindo a liberdade sindical e o direito à greve) e política. Ou seja, substituindo a “ditadura do proletariado” degenerada em Estado Policial (como aconteceu, sem qualquer excepção, em todos os casos de "socialismo real") por um regime democrático, o que implica, como primeiro passo, uma profunda revisão constitucional. Este é um desafio (o da evolução para a democracia) que, no passado, nenhuma ditadura comunista instalada conseguiu resolver. Mas a criatividade e a capacidade de aprender com os erros incluem-se entre os talentos humanos mais estimáveis. Veremos (e digo-o com expectativa e esperança) se Cuba vai ou não, mais uma vez, surpreender o mundo, repetindo a comoção universal que causou quando um grupo de guerrilheiros desceu da Sierra Maestra para apear um ditador corrupto. Agora para regenerar por dentro, cívica e pacificamente, um sistema ditatorial que implantou em 1959 em alternativa - dicotómica mas siamesa - a Baptista, bisando-se, assim, a morte da ditadura em Cuba. Se todo este sonho a construir, numa utopia de regeneração assente na crença nas três irmãs liberdade-igualdade-fraternidade (que só entendo como gémeas e inseparáveis), se mostrar irrealizável, resta esperar que a senilidade (mesmo que belicosa na sua agonia) do marxismo-leninismo pague as suas dívidas para com a civilização.

(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 14:07
Link do post | Comentar
Terça-feira, 13 de Julho de 2010

Olá África, adeus Basil Davidson

 

Registe-se o sintomático quase silêncio perante o desaparecimento de Basil Davidson (*), inglês, jornalista, historiador e militante anticolonial. E, no entanto, se há personalidade estrangeira que se cruzou ininterrupta e fortemente com a história portuguesa nas décadas 60 e 70 do século passado, o calmeirão Basil Davidson está no alto do podium com medalha dourada ao peito.

 

Tendo desempenhado várias e arriscadas missões de maquis para os serviços secretos britânicos na Segunda Guerra Mundial, Davidson começou a interessar-se por África na década de 50, coincidindo com o declínio do império britânico e do colonialismo. De tal forma que se tornou o grande especialista mundial na história de África, praticamente órfã (ainda) de historiadores africanos e relativamente prisioneira de olhares académicos eurocêntricos sobre África. Com o aspecto paralelo de que o seu trabalho de investigação e estudo ser complementado com uma forte intervenção publicista, escrevendo crónicas e reportagens para alguns dos principais meios de comunicação social ingleses. A este africanismo de historiador-jornalista, Davidson juntou, pela sua descoberta da profundidade hedionda do esclavagismo e do colonialismo em África, particularmente chocantes enquanto elementos de destruição de uma parte da civilização, uma intervenção cívica de inteira disponibilidade para suporte das causas anticoloniais. Quando se inicia a década de 60, com as grandes potências europeias a largarem os seus últimos bastiões coloniais em África, a militância anticolonial de Davidson depara-se com a subsistência da última excrescência teimosa do colonialismo (o português) que queria contrariar uma evidência de resolução histórica pela força das armas, enquanto, do outro lado, os nacionalistas das colónias portuguesas decidiam que se Salazar só tinha a resposta da metralha às suas aspirações de dignidade e soberania então havia que responder com o fogo das armas às armas do ocupante.

 

As guerrilhas que combatiam o colonialismo português em Angola, Guiné e Moçambique, rapidamente perceberam a importância de Davidson como seu aliado para dar eco às suas causas na opinião pública internacional. O jornalista-historiador tinha uma profunda influência nos media ingleses (e daí irradiar para a comunicação mundial), não era passível de ser confundido como agente do comunismo internacional pois nem sequer era marxista, antes tinha um “respeitável” currículo de antigo agente dos serviços secretos britânicos, o que lhe dava respeitabilidade perante o Establishment britânico (embora visto como um esquerdista excêntrico mas tolerado), era um homem de Opinião, de Academia e de Acção, com influência nas universidades e os seus livros eram referências bibliográficas incontornáveis sobre a História de África. Além de que a proximidade de Davidson com a ala esquerda do Partido Trabalhista, quando este partido estava no governo ele era uma via muito útil para se "fazerem pontes" que contrabalançassem o poderoso lobby da ditadura portuguesa junto do governo britânico. Estabelecidos os contactos, Basil Davidson tornou-se, até à independência das colónias portuguesas, na personalidade ocidental mais empenhada nas causas dos movimentos de libertação (do MPLA mas, sobretudo, da FRELIMO e do PAIGC) que incluíram a realização de várias reportagens que Davidson fez junto das guerrilhas e em território colonial já libertado por estas (na foto, Davidson numa visita a uma zona controlada pelo PAIGC no interior da Guiné-Bissau, em plena guerra colonial naquele território), tanto mais que a sua experiência de guerrilha durante a Seginda Guerra Mundial lhe facilitava a adaptação à cultura e às circunstâncias da vivência dos que combatiam o exército colonial português. Em paralelo, Davidson, até porque “cavava” no terreno geoestratégico mais favorável ao salazarismo-marcelismo, tornou-se no inglês mais odiado pela ditadura portuguesa, um sujeito que tirava o sono à PIDE.     

 

Com a perda de Davidson e olhando os livros mais antigos que povoam as minhas estantes, alguns nas edições originais, aqueles em que mais aprendi sobre África, o esclavagismo, o colonialismo e o anticolonialismo, saídos da escrita limpa e valente de Basil Davidson, guardo-me num silêncio de respeito perante este honorável cavalheiro britânico, um dos grandes amigos não africanos de África. Porque, cá para mim, ele fica-me como tendo sido um verdadeiro Sir e sem que isso engulhe o meu republicanismo. 

 

Nota para eventuais interessados: algumas obras de Basil Davidson foram traduzidas e editadas em Portugal (sobretudo na "Caminho").    

 

(*) - Todas as regras, como costume, incluindo nas do alheamento, têm as suas excepções honrosas. A Joana Lopes demonstra que continua a tomar pontualmente os comprimidos contra a amnésia e a injustiça do desdém e da ignorância perante os justos e os valentes.

 

(também publicado aqui)

Publicado por João Tunes às 15:29
Link do post | Comentar | Ver comentários (4)

Para mais tarde recordar

Esta entrada "amarela" (!) porque macia, como as pétalas das tulipas que inundam de cores quentes e variadas os jardins e campos planíssimos da Holanda:

 

 

 

 

 

Publicado por João Tunes às 12:14
Link do post | Comentar | Ver comentários (3)

O mérito em roda livre

 

 

Da mesma pessoa (que muito considero) e no mesmo blogue, o seu.

 

1) O Inter ganhou a Liga de Campeões da Europa (em clubes). De quem foi o mérito?  

 

Porque, de facto, é simplesmente deslumbrante, a inteligência estratégica do melhor treinador do mundo!... Mourinho é português e sinto orgulho por isso!... O seu aturado e incansável estudo, esforço e determinação merece a admiração incondicional de todos! ... Um treinador faz uma equipa! - eis a grande lição!...

 

2) A Espanha ganhou o Campeonato do Mundo de Futebol (em selecções). De quem foi o mérito?

 

... Parabéns, Espanha!...pela justa vitória deste Mundial que é a 1ª Taça do Mundo de "nuestros hermanos" e que coincidiu com a estreia do maior campeonato desta modalidade realizado no continente africano... uma vitória que é o testemunho de um trabalho, de uma vontade e de uma preparação que teve em Casillas uma excelente e integral demonstração... com lágrimas, beijos e muito, muito boas defesas

 

Ou seja, temos futebol com geometria de mérito variável. Consoante seja jogado por equipas ou por selecções. Sempre a aprender. 

Publicado por João Tunes às 00:48
Link do post | Comentar | Ver comentários (5)
Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

DIA SEGUINTE

 

(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 01:33
Link do post | Comentar

Leiam, se conseguirem suster os vómitos

 

Bem sei que posso ser acusado de divulgar aquilo que na blogosfera é mais repelente e assim oferecer a um ninho neo-nazi uma publicidade escusada. Só que este tipo de propaganda viola claramente a lei (que proíbe a propaganda racista) e, por isso, constitui crime. E se lerem os outros posts do mesmo blogue de ódio (que descobri via um post do Luís Rainha) verificarão que se trata de um crime continuado. O que levanta a questão da impunidade com que se utiliza a internet para cometer crimes que, se utilizada outra forma de difusão (por exemplo, em documentação escrita), decerto levaria os seus autores a estarem a contas com a justiça. A internet existe como espaço de alargamento da informação, da cultura, da liberdade e da cidadania, uma ferramenta de globalização da civilização, construída numa pluralidade nunca antes alcançada mas cujos únicos limites devem ser os de não permitir nem incentivar os ódios dos bárbaros. Quem usa a internet com convicções para que a humanidade “pule e avance”, independentemente da escolha dos caminhos que a cada um cabe definir, pode continuar a assobiar para o lado face à sua utilização criminosa?

Antes que respondam e se conseguirem suster os vómitos, leiam se fazem favor este "texto":

Um bom resultado final, o deste Mundial de Futebol - a vitória da alva selecção espanhola sobre a quase-alva selecção holandesa, a qual tinha dois ou três negros, a Holanda, mas mesmo assim a sua equipa está muito mais branca do que há dez anos... e, por coincidência, foi desta vez, com esta equipa muito mais branca do que as anteriores, que a Holanda voltou a atingir uma fase final do Campeonato do Mundo de Futebol...

Mais uma vez se provou que as equipas mestiças não são forçosamente superiores às monorraciais, e que um país europeu pode vencer tudo e todos contando apenas com os seus nacionais, sem naturalizados.

E isto no aspecto prático, atenção - porque no essencial, que é o aspecto ético, não há dúvida de que toda a competição desportiva de países é visceralmente falsificada pela naturalização de atletas estrangeiros, tanto mais grave quanto mais afastados racial e etnicamente estiverem esses atletas do País que os naturaliza. Quer portanto isto dizer que mesmo que o Mundial tivesse sido ganho por uma equipa mestiça, como a desgraçadíssima França, por exemplo, ainda assim a equipa mestiça seria em si uma aberração.

Como brinde do resultado de hoje tem-se o para nós sempre saboroso rancor impotente que a hoste antirra deve estar a sentir no momento, por ver uma equipa totalmente branca a vencer a mais importante das competições futebolísticas, já não bastava esta mesma competição ter sido vencida há quatro anos por outra selecção branca, a Itália...


(publicado também aqui)

Publicado por João Tunes às 00:58
Link do post | Comentar | Ver comentários (1)
liuxiaobo.jpg

j.tunes@sapo.pt


João Tunes

Pesquisar neste blog

Maio 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Posts recentes

Nas cavernas da arqueolog...

O eterno Rossellini.

Um esforço desamparado

Pelas entranhas pútridas ...

O hino

Sartre & Beauvoir, Beauvo...

Os últimos anos de Sartre...

Muito talento em obra pós...

Feminismo e livros

Viajando pela agonia do c...

Arquivos

Maio 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Junho 2013

Março 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Junho 2012

Maio 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Dezembro 2004

Novembro 2004

Outubro 2004

Setembro 2004

Agosto 2004

Julho 2004

Junho 2004

Maio 2004

Abril 2004

Março 2004

Fevereiro 2004

Links:

blogs SAPO