Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Casar ou não casar

 

Isto de casar ou não casar tem que se lhe diga. Confirmo eu que já sou repetente na formalidade do matrimónio e em nenhuma das vezes pequei por leviandade. Medi, pensei, avaliei, só depois assinei. E um sensato só pode apelar à sensatez. Tanto que a Igreja e os seus beatos fazem bem em imacular a seriedade da família adventista de um casamento porque acto mais solene em responsabilidade não há. Enquanto o que existe por aí é muita miséria, incluindo miséria cristã, que vem de casamentos mal medidos porque não passam, muitas vezes, de remendos escapistas para hetero-impulsos. Portanto, há que rever, filtrando o excesso de liberalismo que pelos séculos tem campeado nos usos e costumes. Assim, atendendo à sua oportunidade, já assinei esta petição.

 

Publicado por João Tunes às 22:54
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Vamos precisar deste valente quando mais crescido para ajudar a endireitar a sociedade

 

Este miúdo vai longe. Para ele, vai um abraço do tamanho da distância entre Seixal e Burgos. Com olé, claro.

 

Publicado por João Tunes às 21:25
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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

O anúncio dos santos nada inocentes

 

Anúncio publicado hoje em dez jornais diários espanhóis.

Publicado por João Tunes às 23:30
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O assalto ao palácio invernoso do BPP

 

Assisto, emocionado, pela televisão, ao assalto ao palácio de inverno nortenho do BPP pelo soviete do proletariado dos depositantes. Estes neo-revolucionários, filhos da especulação e da crise, vítimas da crença no lucro gordo, fácil e a prazo curto, não aparentam serem camponeses, operários, soldados e marinheiros. Mas, disso, os depositantes do BPP não têm culpa, ela é da transversalidade da crise que misturou classes e contas. Os ocupantes foram seviciados, porque divididos entres os que ficaram dentro e os que moram fora, estes apanhados desprevenidos quando largaram a acção de ocupação para virem tomar um café e arejarem as pernas e os telemóveis. E, entretanto, a PSP deu uns empurrões para fechar o portão das traseiras e, assim, separar os grupos tresmalhados dos bolcheviques pró-reembolso. Os entrevistados poupam, nas entrevistas, o figurão da tramóia que lhes alimentou a ilusão do lucro rápido e fácil. Ninguém grita “Morte ao Rendeiro e a quem o apoiar!”. Ao contrário, há, naquele ar insurreccional, uma absolvição prematura do seu banqueiro kerensky, o vigarista cúmplice nas suas ilusões de multiplicação de euros. Ladrões, dito assim e com todas as letras pelos depoentes pela parte dos ocupantes, são os do governo, sobretudo o primeiro-ministro e o ministro das finanças, os que deram uma mão gorda, com os dinheiros de todos os contribuintes, para o banco não virar de pantanas logo que o esquema foi, tardiamente, detectado. Mas os insurrectos rematam, e sem remate não há revolução, apelando, não a Trotsky nem a Louçã, sequer a Estaline ou a Jerónimo, mas sim, espante-se, ao czar Nicolau de ocasião, bramando que Cavaco venha em seu socorro imediato, metendo aquela revolução bancária nos carris da justiça. Há aqui quaisquer coisas que não batem certas segundo o certo e o errado no adquirido e consagrado. Muito sobrando, certamente, para rever.

 

Publicado por João Tunes às 23:05
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009

Uma Placa escondida e … o resto

 

Um post de Miguel Cardina para assinar por baixo:
 

Uma acção de protesto realizada a 5 de Outubro de 2005 frente à antiga sede da PIDE/DGS, em Lisboa, marcou a criação do movimento cívico Não Apaguem a Memória (NAM), posteriormente transformado em associação. Tratava-se então de impedir a construção de um condomínio de luxo nesse edifício da rua António Maria Cardoso. A verdade é que o condomínio acabou mesmo por avançar. Mais tarde, e alegadamente por motivos de obras, a placa evocativa das últimas vítimas da PIDE/DGS foi retirada pela GEF – Gestão de Fundos Imobiliários, SA. Após pressão do NAM, a placa foi agora recolocada da forma que a Joana Lopes indica e a foto tão bem ilustra: à altura da cintura, tapada pelos carros e sem qualquer ângulo de leitura. A indignação pode ser directamente canalizada para gef@gef.pt. Mas guardem alguma para o que der e vier. É que alguma coisa está mal num país que aprova em 2008 uma resolução que vincula o Estado ao «dever de memória» e depois convive com placas desaparecidas, antigas cadeias políticas em vias de se transformarem em pousadas de luxo e museus e arquivos sem dinheiro para funcionar.

 

Nota: Quem quiser engrossar os protestos contra a atitude da imobiliária do luxo obsceno deve, para já e no imediato, enviar mail dirigido a gef@gef.pt exigindo que a placa seja recolocada no seu espaço original e com a dignidade que lhe é devida. Eu, como muitos outros, já o fiz (*). Juntem-se mais, cada qual com o seu sentir, aos que se recusam que Portugal seja habitado por um povo sem memória nem história. 

 

(*) Assinei o seguinte texto:

 

Ex.mos Senhores,

Sou um dos muitos milhares de cidadãos que atravessaram os portões do agora condomínio de luxo quando esse edifíco, no tempo da ditadura, servia de antro policial onde se prendiam, torturavam e assassinavam os que lutavam para que a liberdade e a democracia fossem bens comuns e vulgares no nosso país. Para um povo adulto, com história e memória, para qualquer cidadão decente, esse espaço, marcado pela ignomínia do livre arbítrio de criminosos que então faziam lei, devia merecer, no mínimo, respeito para com as vítimas dos esbirros da ditadura.

A vossa atitude de primeiro retirarem a placa evocando as últimas vítimas da PIDE e depois, acintosamente, a recolocarem "discretamente" de forma imperceptível, é um acto gratuito e ofensivo de prolongarem, agora ferindo a memória das vítimas, a acção da PIDE contra os combatentes pela liberdade. Nós, os que fomos vítimas da PIDE e todos os que não querem que Portugal seja habitado por um povo sem história nem memória, não vamos ficar calados nem inactivos. De todas as formas pacíficas e cívicas, mas decididas, não calaremos o nosso protesto nem a denúncia sobre as forma cínica como hoje pretendem fazer esquecer e branquear a PIDE e os seus crimes. Contem com isso, para vossa reflexão. A vossa ganância pelo lucro não pode, não vai, quebrar a defesa da história da liberdade neste país que implica a recordação para as gerações mais novas, do terror e da opressão que, durante décadas, nos oprimiu.

Com os melhores cumprimentos.

Publicado por João Tunes às 16:54
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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

O paradoxo teimoso

 

As recentes ameaças de Raul Castro para com as tentativas de manifestações de rua em Cuba e a agora condenação de Liu Xiaobo a 11 anos de prisão por ter subscrito um documento a exigir reformas democráticas na China, confirmam e prolongam um paradoxo teimoso: os comunistas são os maiores paladinos das liberdades quando na oposição mas rapidamente se tornam, se chegados ao poder, nos mais intolerantes para com elas.

 

Publicado por João Tunes às 19:04
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Eucuménico

 

Os meus votos de rápida e total recuperação para o fémur de Monsieur Roger Etchegaray.

 

Publicado por João Tunes às 12:46
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Acesso reservado a monoteístas

 

O cardeal patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, saúda hoje na sua mensagem de Natal todos aqueles que acreditam no "Deus único", mesmo através de tradições religiosas diferentes.

 

Publicado por João Tunes às 12:39
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

O venerável silencioso (2)

 

A “veneralização” de Pio XII, estendendo-lhe o tapete da santidade, calha bem com o manhoso e cínico Ratzinger. Reconheça-se, embora e aliás, que a carimbadela de se considerar santo cada papa entronado e passado é uma rotina burocrática no Vaticano. É até uma mera confirmação do anúncio institucional na medida em que, logo que eleitos entre os seus pares, eles, os papas, adquirem automaticamente direito ao tratamento de “Sua Santidade”, protocolar mas obrigatório e premonitório entre fiéis. Depois, a questão, afinal, resume-se a lobrigar um “milagre” que formalize a imagem da vinda do selo divino, nada que o mercado da fé e encomendas não resolva, mais cedo ou mais tarde. Seguindo a tradição, um papa virá amanhã que santifique Ratzinguer sem lhe contraditar o ónus da sua juventude hitleriana ou a responsabilidade moral e pastorícia pelas mortes que tentou acrescentar no número de vítimas da sida através da sua pregação anti-preservativo.  
 
Se dizemos que Pacelli rima com Ratzinger, justificando cumplicidades nas dádivas da medalha da santidade do papa actual para com um seu predecessor, isso prende-se com a consideração de que o cinismo os une, tornando-os irmãos entronados em Roma. Pio XII vem do tempo do fascismo poderoso na Europa e do pós-fascismo, emparelhando então com o lado “forte” e “ocidental” (o do anticomunismo, fosse ele democrático ou ditatorial) da guerra fria. Foi, nesses contextos, um cúmplice pela cobardia colaborante do silêncio, para com todos os silêncios favoráveis aos mais fortes. E na parte portuguesa, nossa e mais próxima, Pio XII, papa de 1939 a 1958, foi um bordão importante no casamento entre a Igreja Católica, chefiada por Cerejeira, e o regime de fascismo clerical encabeçado por Salazar. O então jovem Ratzinger, nazificado primeiro e iniciando-se como padre nesse período papal, o de Pio XII, é natural que, agora papa, torne o seu patrono inspirador em “venerável” talvez como prefácio da visita a Fátima no ano que vem. Coerência não lhes faltando, é necessário entendê-los. Para que não nos tomem como parvos desatentos e veneradores.

 

Publicado por João Tunes às 22:53
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O “bem” e a caramunha

 

Pela minha experiência vivida de adoptado, quando criança e adolescente, sei que não há adopções, por mais conseguidas que o sejam, consideráveis como completamente felizes. O que nada me concluindo contra a adopção, pelo contrário, consolida a minha convicção de que esta, nunca sendo melhor que um mal menor, é uma escolha preferível, do ponto de vista da criança, entre o afecto e o respeito versus miséria, degradação ou abandono. Apesar de a biologia nunca ser compensável pelo bem estar e pelos bons tratos, incluindo os afectivos. Suponho que disso sei mais e melhor que todos os psicólogos, psiquiatras e políticos reunidos em seminário sobre o tema, embora eu não publique papers nem faça leis, muito menos vote no parlamento. A adopção, sendo sempre um mal remendado, se entendido como um direito da criança, como agora bem se diz, então deve abranger ninhos adoptivos com capacidade de (em)prestar afecto e de construir uma muralha protectora que defenda a criança, o mais possível, dos efeitos eminentemente violentos de crescer fora do seu seio biológico, com a humildade de se saber que a violência contra-natura original do processo é incontornável e inelutável, ela está lá, restando amenizá-la e torná-la digerível no processo de maturação da personalidade até esta ter asas para voar sozinha. A criança que cai nesta roleta da vida, a da fatalidade da adopção, tem de ter pais substitutos mais sábios que os pais biológicos, estes sempre e apenas pais pela vontade, pela ocasião e pela biologia, nunca sujeitos a exame prévio de aprovação. É isso, apenas isso, que deve ser exigido aos que se candidatam a adoptar. Com todo o rigor, nunca a despachar nem a descartar hipóteses de sucesso à partida. Exercendo-se um critério de selecção que, infelizmente, não é aplicável aos pais biológicos enquanto candidatos e essa responsabilidade. O que está, afinal, consagrado (e muito bem) na lei da adopção. Neste sentido, a sociedade e o Estado, têm hoje instrumentos selectivos mais rigorosos e comprováveis para com os pais adoptivos que relativamente aos pais biológicos que continuam a gozar da total impunidade reprodutora. Assim os usem e bem. Não há nada que demonstre que a capacidade de se ser pai ou mãe adoptantes, com talentos nesta função, tenha a ver com inclinações particulares, sejam de ordem política, cultural, religiosa ou de orientação sexual. O problema exclusivo numa adopção, do ponto de vista da criança, é esta encontrar um ambiente nuclear próximo em que predominem o afecto, o respeito, a liberdade, a pedagogia e o permanente bom senso, tudo suportado, naturalmente, por uma capacidade de sobrevivência societária e económica, as condições de felicidade máxima e possível que minimizem o desastre ou o drama que originaram a adopção. E isso, um pólo bi ou monoparental, um negro ou um amarelo, uma parelha heterossexual ou um casal de lésbicas, podem cumprir os requisitos, se os cumprirem. É uma questão de perfil ou perfis, nunca um problema de opções além do afecto e da capacidade de educar e fazer crescer. Desde o salazarismo que instituiu uma prática adoptiva aleatória, magra de regras e isenta de deveres e direitos sólidos, assente numa ideologia catolicista de matriz meramente caritativa, aquela que eu vivi na pele do meu crescimento porque isso me calhou em sorte, até ao reino actual da crescente consolidação dos direitos humanos, excluir os casais homossexuais, se futuramente casados de acordo com a lei em projecto, da capacidade de adoptarem, chamem-lhe o que chamarem, nunca será uma atenção para com os direitos da criança, muito menos para com as crianças adoptadas. Será, antes, um gradualismo tacticista digno de tartufos num compromisso de piscadelas de olho oportunistas abrangendo sacristias e lobbies de gays socialistas-socráticos, procurando a benevolência condescendente dos bispos e do reaccionarismo cavaquista. Não mais. Mas menos, muito menos, em termos do que é exigível pela evolução societária e cultural na marcha da modernidade portuguesa. Levantando um novo paradoxo no desiderato deste socratismo de agonia que vivemos e a cheirar cada vez mais a podre: um projecto de lei aparentemente destinado a elevar os direitos dos homossexuais, permite consagrar, de forma explícita, uma aditiva discriminação dupla – para com a capacidade potencial de adopção pelos casais de homossexuais e relativamente às crianças candidatas à adopção, diminuindo para estas as probabilidades de serem escolhidas por eventuais boas escolhas de pais substitutos com talento. É obra, é o PS-Sócrates no seu pior.

 

Publicado por João Tunes às 17:23
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Desde que o agora crismado Faisal não vá alinhar na equipa treinada pelo Bin Laden, tudo bem no reino desportivo da liberdade de religião

 

Como diz o antigo Abel Xavier (lembram-se?), agora crismado de Faisal, as grandes mudanças fazem-se “lentamente” mas quando empurradas pelos “xeques” dos Emiratos, dão nas vistas:
 
«Lentamente, aprendi uma religião que professa a paz, a igualdade, a liberdade e a esperança. Alicerces em que me revejo. Só depois de um conhecimento profundo e de uma vivência intensa, tomei esta decisão. Gostava de agradecer à família real o carinho e afecto. Abraçaram-me e fizeram-me sentir especial».
 

A notícia não diz, ficando por apurar, se durante o trajecto futebolístico de Abel/Faisal pelos Emiratos ele não cometeu algum pecadilho tipificável na categoria “de um conhecimento profundo e de uma vivência intensa”, como apanhar uma borracheira ou apalpar o rabo ou as mamas ou ter, quiçá, uma vivência ainda mais intensa com uma filha do xeque e que justifiquem a conversão. De qualquer forma, antes isso que pior. Oxalá ele não se estrague na sua nova carreira.

Publicado por João Tunes às 15:40
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O venerável silencioso (1)

 

O [silêncio] de Pio XII sobre o Holocausto foi ensurdecedor. Enquanto a Igreja continuar a recusar a consulta dos arquivos do Vaticano sobre a II Guerra, não se saberá até que ponto tal silêncio significou aprovação, mas que alguém tido como referência moral por tanta gente tenha assinado uma concordata com a Alemanha nazi e ficado calado enquanto milhões de pessoas, entre elas muitos católicos, eram metidas em câmaras de gás é perturbador. Como é perturbador que um Papa alemão, de passado controverso, tenha decidido declará-lo "venerável", o que é meio caminho para a santidade. Infelizmente, a História da Igreja está cheia de situações perturbadoras semelhantes.

 

Publicado por João Tunes às 13:08
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Sem espinhas

Publicado por João Tunes às 23:31
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Dá (cala)frio, dá

 

colocar-se a hipótese de o animal poder estar vivo e a governar causa calafrios, quanto mais imaginar assistirmos a ele apagar as 130 velas com direito a uma saudação especial do “Avante”.

 

Publicado por João Tunes às 23:16
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Sucateiros em Auschwitz?

 

Segundo as autoridades polacas, acerca do roubo infame da placa de Auschwitz, apuraram-se três factos: foram capturados os meliantes, eles não eram neo-nazis nem sequer “políticos”, a placa foi encontrada mas serrada em três bocados. Obviamente que se esperam mais esclarecimentos sobre o roubo bárbaro e as suas motivações. Com votos que não se revele que isto tudo não passou de um efeito da dinâmica de internacionalização dos negócios do Godinho. É que, se fosse, metia o Eurojust quando este está desfalcado dos préstimos e assédios do “nobre” Mota.

 

Publicado por João Tunes às 22:52
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