Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2004

CUIDADO COM AS IMITAÇÕES

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Amizade é dar-se a mão quando o amigo precisa e está em difícil equilíbrio por ter metido a pata na poça. É o que fez Luís Nazaré para com o seu correligionário Jacinto Serrão, do PS/Madeira, contornando a peixeirada indecente, igualando-se a Jardim & Ramos, metendo-se por pormenores de parcialidade técnica da RTP-Madeira e ressaltando a coragem obscena do seu contendor. Em vez de apelar ao exemplo de exercício de cidadania política contra a chicana e a arruaça.

E Luís Nazaré esquece, e apela a cumplicidades nisso, que, assim, o PS se limita a universalizar o estilo Jardim & Ramos, clonando-os. E, sabe-se, qualquer cópia é sempre pior que o original. Além de que qualquer clone tem sempre um elevado risco de falhar quanto às hipóteses de sobrevivência.

Os madeirenses, e nós todos, merecemos melhor. Bem melhor. Dos políticos de lá e de cá. Assim não. Com amigos destes, o PS/Madeira nem precisa do Alberto João.
Publicado por João Tunes às 20:23
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A MALTA DO BLOCO CURTE BUÉ

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O Daniel Oliveira, com a autoridade de dirigente do Bloco, espetou com 4 nãos, 1 sim que esclarece o que havia para esclarecer sobre a posição do BE.

Numa aristocrática posição arbitral à esquerda, arvoram-se o papel de distribuir cartões (vermelhos = 4) e 1 prendinha para quem se portar bem.

No fundo, não querem mais que brincar à política. Deixem-nos discursar, perorar, organizar performances, embirrar, arranjar entrevistas ao Louçã. Não sujarão as mãos na causa pública, não assumem responsabilidades de fazer, reservam-se para a crítica. Curtem, curtem bué.
Publicado por João Tunes às 13:54
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SOPA DO SIDÓNIO REQUENTADA

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O que resta a um partido que teve 1% de votos nas últimas eleições? Pois, ter mais olhos que barriga. E representar a Virtude dos pequeninos.

A estratégia moralizante de defensor da virtude política sempre foi o trunfo que Manuel Monteiro e o seu PND tentou atirar para cima da mesa suja da política nacional. Leiam-se os seus discursos e os textos dos seus companheiros de jornada, e aquilo parece saído de um convento de Irmãs enclausuradas enquanto ainda virgens.

Mas, como se tem visto, não perdem pitada para se pendurarem nos comboios que lhes abram portas e os levem à estação do sujo poder. Oferecendo-se, é claro, como pessoal de limpeza das carruagens trazendo boa moral à causa pública.

O ressurgimento de Cavaco, para mais com o seu distanciamento partidário relativamente às origens, e também ele apostado em se afirmar como o Sumo Moralista, apareceu como a grande oportunidade de o PND encontrar patrono e estalagadeiro. Vai daí, a pensar-se que o mito de Sidónio tem mercado, foi um passo, sobretudo em fase que já cheira a pós-santanismo. Como se pode ver claramente aqui, onde Manuel Monteiro abre o jogo: ”passando Portugal de um regime semi-presidencialista para um regime presidencialista em que o Presidente da República seja também o Chefe do Governo”. Estando mesmo a ver-se qual o Sidónio Pais desejado, almejado e a quem se pede abrigo de manto.

A extrema-direita sempre se apresentou, na sua fase emergente, com a característica de bramar, em nome das mãos limpas, contra os males da democracia, contrapondo-lhe a autoridade, a disciplina e a concentração do poder. Isto, até chegar ao poder. E depois? Depois, como qualquer poder concentrado e musculado, soltam-se os cães e conserva-se o poder. Mais que visto. Em Portugal, então nem se fala. Não é nada necessário chamar Le Pen para a conversa.
Publicado por João Tunes às 12:14
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Domingo, 19 de Dezembro de 2004

FANTASMAS?

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Sob o título “O Espectro do Bloco Central”, o Manuel Correia (cujo regresso às lides se saúda) postou sobre as questões cruciais das políticas de alianças e do fantasma do regresso à fórmula do Bloco Central. E levanta questões pertinentes sobre os bloqueios que incapacitam entendimentos à esquerda.

De facto, e apesar de muito badalado, não acredito num entendimento PS/BE, mais por parte dos bloquistas e para não perderem o património do seu crescimento moderado que, aos olhos do Bloco, permitem conservar radicalidade e poder de atracção. Quanto ao PCP, as possibilidades nunca estiveram tão afastadas como agora, retomando-se a velha dicotomia revolução/contra-revolução. E com uma campanha da CDU a transformar o PS em bombo de festa, com propostas datadas em 1975, como se augura pelos primeiros passos da pré-campanha, então tudo tenderá a piorar. Aliás, se o PCP desistiu, de facto, de tentar inverter o declínio eleitoral, procurando conservar a maior parte dos cacos da loiça partida, é porque a opção por responsabilidades de governação foi afastada.

Com a alternativa de esquerda (em termos de governação) reduzida ao PS, com ou sem maioria absoluta, torna-se confuso o que vai sair daqui. E não vejo que se possam afastar os cenários levantados por Cravinho e lembrados pelo Manuel Correia. Nem uma ingovernabilidade que leve à reedição do Bloco Central (com o PSD de volta à cátedra, pelo menos, de Cavaco), nem a hipótese, teórica mas não descartável, da deriva presidencialista, sob o mando (e manto) messiânico do Professor Cavaco.

E tudo pode passar pela tendência de Sócrates em deslocar-se para a direita, sentando-se no eleitorado “social-democrata” (chamemos-lhe assim) que foge de Santana e de Portas. Num quadro em que as alianças de esquerda se impossibilitam, o PS só se aguenta no balanço com uma política de esquerda, mobilizando a esquerda, e neutralizando, assim, a oposição de extrema-esquerda. O problema está também na disponibilidade também do PS (mais do que a de Sócrates) em preferir um perfil de esquerda à mera contabilidade comezinha da distribuição do poder, dos poderes e dos jobs. Para mais, quando a facilidade com que a direita se desacreditou promete entregar-lhes o poder de mão beijada. Ou seja, em que medida o PS profundo vai puxar Sócrates para a esquerda ou para o centrão. E o guterrismo, se é que faleceu, não desapareceu há tanto tempo que a memória não o tenha bem presente.
Publicado por João Tunes às 23:49
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VIRA-CASACAS

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Inevitável o vira-casaquismo de que fala o Jumento. O que não o torna menos repulsivo. Valadares Tavares existem aos pontapés. Daqueles que se orientam pelo cheiro do poder. Não têm cor nem sabor, mas cheiram. Mal. Muito mal.

O problema não está nos vira-casacas, está em quem os permite (ou até os chama para) comerem à mão. Neste caso, Sócrates esteve mal. Muito mal. Mas, e gostava de me enganar, aqueles que já se vêem com a arreata do poder a meter-se-lhe pela mão dentro, não os creio com capacidade de sacudir os cavaleiros furta-cores de se chegarem à montada e treparem-lhe para cima. E o mais que estaremos cá para ver.
Publicado por João Tunes às 21:55
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UNIDADE À VISTA

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Afinal nem tudo que parece assim o é. Por fora, lendo pelos jornais, parece que a direcção jerónima do PCP está freneticamente apostada no maior arraial de porrada política no PS de que há memória. Do género: fogem os eleitores? aguentem-se os teimosos! Demarcando-se claramente que a esquerda (*) começa e acaba no PCP (vá lá, mais Os Verdes, aqueles Verdes). E não há mais esquerda para ninguém.

Mas o Raimundo Narciso é homem bem informado (deve ter deixado umas toupeiras lá pelas DOR’s…). E vai daí, conseguiu a preciosa informação que o PCP está disposto a chegar a acordo com o PS desde que este adopte uma correcta linha marxista-leninista!

Afinal, a unidade está bem próxima. Ou seja, só depende do PS.

(*) – Aliás, o Jerónimo, Secretário Geral da Esquerda, cujos talentos há trinta anos se consomem a escrever e ler discursos, ostenta como brazão de Líder da Esquerda, o facto de ser o único líder político, entre os passados e os presentes, que escreve - sempre escreveu - os seus discursos com … a mão esquerda.
Publicado por João Tunes às 19:18
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SINA

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Em poucos dias, Moçambique sentou-se várias vezes à minha mesa e meteu-me conversa. Na Sexta, naveguei por lá, com vagares alentejanos, na companhia da boa conversa que tive com o Isidoro, depois de enfartado com os acepipes da sua Sulitânia. Sábado, o Expresso trazia uma entrevista com Chissano, onde este mostrou que não passa de um manhoso. Hoje, o Carlos Gil mandou-me projecto de livro que ele assim resume: “Um livro sobre os moçambicanos, sobre Lourenço Marques e os anos em que crescemos juntos, e o seu amargo final.”

O pró-livro do Carlos teve o condão de me emocionar. E em vez de as matar, avivou as saudades. Concluí que o Índico me persegue. Vou ter de viver com isso.
Publicado por João Tunes às 18:33
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Tomás

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Tanto para ver, entender, viver...
Publicado por João Tunes às 00:23
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Sábado, 18 de Dezembro de 2004

SULITÂNIA – À SEGUNDA, VALEU

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Pois estava a mula que carrega a Guida, meio patareca e em trabalho de coices de impaciência nos semáforos de Montemor, e eu, ladinamente competitivo, a dar ordem de paragem à Diligência frente ao Coreto do Vimieiro. Depois, direito que nem um fuso, trepei a Rua do Laranjal e plantei-me frente ao portal cor de sangue de boi onde o compadre Isidoro montou sacerdócio de vira para o bem com a vida. Sempre levando à ilharga os meus bons e queridos amigos Ana e Manuel que se prestaram a emparceirar na prova dos acepipes da Sulitânia. Escaldado que estava de falhada tentativa anterior em dia de culto mariano, dei graças de ver a porta em convite de entrada.

Alapados, votámos rapidamente, por unanimidade e aclamação, a escolha – migas com tomate (miolos de tomate, chama-se lá) a acompanhar carne de alguidar. E, para regadio, um tinto da região, mais que indicado para a prevenção dos acidentes vasculares. Tudo à maneira e a merecer estalos de regalo. E a apoteose estava guardada para o fim, como é juz de qualquer apoteose que se preza, com a vinda da sobremesa (laranja com azeite e mel) e a companhia do compadre Isidoro que nos honrou com a transformação do trio forasteiro em quarteto de conversa nada fiada. Estendeu-se conversa à solta, Alentejo e Moçambique como temas dominantes, desfiando paixões comuns (pela planície e por África, com gentes dentro delas), mas vistas e revistas sob os olhares exigentes de quem não enche olho sem complemento de ética e de respeito por valores, sobretudo se invocam alinhamento com o melhor dos lados. Que isto de se ser de esquerda não é albarda para qualquer maltês que queira suecar com o neo-liberalismo ou meter em jerónima salmoura o dogmatismo das ilusões com pés de argila.

Confirmei desconfianças. Aquele que é, cá no meu entender, o melhor prosador da blogosfera (falo do compadre Isidoro), mostrou também manter pergaminhos na sua oralidade própria de excelente, culto e vivido conversador e nos sabores servidos na sua nobre Sulitânia.

O regresso ficou ajuramentado e é para cumprir.
Publicado por João Tunes às 00:36
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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2004

GENTE FINA É OUTRA COISA

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Pois se a minha querida amiga Guida prometeu peregrinar para os morfes no Vimieiro acachapada numa mula, eu não lhe quero ficar atrás. Na mesma mula não irei, apesar da revisão certificada, porque olhando para a alimária, não me pareceu com força para o carrego de um sedentário com engorda de rabo em cadeiras. Meto-me mas é na Diligência, carregando o estômago vazio e a boa e amiga companhia que angariei para ajudar a fruir a paisagem e os petiscos, ao mesmo tempo que metemos a escrita em dia.

Espero bem chegar lá antes da Guida, porque com as ameaças que ela deixou escarrapachadas com todas as letras, depois dela lá se alapar, o Isidoro é bem capaz de ficar sem provisões até ao resto do ano.
Publicado por João Tunes às 02:07
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O MEU MOLESKINE

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Sempre tive caligrafia horrível. Incerta, com a direcção desalinhada, mutante nos tamanhos, nas inclinações e na forma de dar as curvas, sempre a puxar para o gatafunho, com uma irreprimível tendência de as letras se escreverem e riscarem ao mesmo tempo. Como se os ventos do turbilhão dos sentimentos estivessem sempre zangados, vingando-se nos dedos que seguram a caneta. Sei que isto é prova de personalidade marada desde os alicerces, própria de um gajo instável e indesejável. Resumindo: sofro de cirrose na caneta.

Gostando de escrever, a má lide com o acto de escrevinhar fez-me sempre adiar a passagem da ideia ao papel. Daí que me tenha treinado a escrever através do pensar. Construindo ideias, projectos e aventuras com a mente à solta, através do ar, sobretudo à mistura com o fumo do cigarro companheiro. Razão pela qual julgo que a isso se deva ter as ideias a puxar para o fumado, tipo presunto mal curado. E que também serve de explicação para o meu gostar de pensar as coisas por fatias, fininhas se possível, gordura toucinheira qb, para não baralhar a abrangência de conjunto e sem lascar o osso dos valores. A passagem da ideia e do delírio ao papel ficou sempre para o fim. E por aqui me justifico por nunca ter escrito um livro. Nem sequer um folheto. O melhor que consegui foi parir panfletos. Porque eram curtinhos para se ler rápido e meter no bolso. Resumindo: sou um panfletário por sindroma calígrafo.

Quando, uns vinte anos atrás, apareceram os computadores, chegou-me o fascínio perante a maravilha da superação do meu handicap. Passei a ter uma letra igualzinha aos mais esmerados calígrafos. Tornei-me, democraticamente, um cidadão igual a qualquer amanuense de primeira, espalhado que esteja noutro ponto do planeta. E se Lenine viu na electricidade, misturada com os sovietes, a culinária do comunismo, eu sou um convicto crente de que a democracia vai dominar o mundo com o voto mais o teclado. Resumindo: sou um teclo-democrata.

Esta semana, um querido amigo meu ofereceu-me um negro bloquinho Moleskine. Percebi-lhe a intenção, emocionando-me o afecto da lembrança e do simbolismo, mais o carinho pendurado. É catita o meu Moleskine, prático no bolso, fácil de escancarar na mesa do café ou no comboio, até funciona numa fila de espera, convidativo no pedido de recheio. As vezes que o tenho mirado e remirado, folheado e até afagado com as pontas dos dedos. Quando saio, a última coisa que verifico é que o sagrado Moleskine está bem deitado dentro do bolso. O problema é que ele promete morrer virgem. Porque a estima pelo Moleskine é tamanha (um pouco do meu amigo está lá dentro), que não me atrevo a rabiscá-lo. Pois se a letra sempre foi péssima, o seu desuso continuado transformou-a numa charada tal que só ia conspurcar o bloco. Mas como ele me serve de inspiração para pensar! – dando liberdade aos rompantes do sentir, enquanto os dedos folheiam o meu estimado bloco negro. E quando uma ideia ou um lugar comum me parecem suficientemente aparados, ala que o teclado do portátil te espera. Resumindo: agora escrevo com o apoio de um talismã de capa negra e que é bem mais maneiro que a ponta de uma caneta.

As coisas que a amizade é capaz!
Publicado por João Tunes às 01:30
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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2004

PRESSAS...

Imagens antigas 029.jpg

Porque é que as obras no Túnel do Rossio, que se disse que iam demorar, têm de ser adjudicadas e por ajuste directo (50 milhões de euros, não é? estudos que já vêm de há 4 anos, não é?) ? E outras pressas que por aí andam a galope, desde que metam muitos euros.

Pois, governo de gestão só dura até Fevereiro, não é? Há que acelerar, não é?
Publicado por João Tunes às 21:24
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PEDITÓRIO

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(cartoon na Visão)
Publicado por João Tunes às 20:44
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COMUNICAR

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Vou à estação dos Correios para levantar encomenda. Calha-me a empregada habitual. Estendo postal e bilhete de identidade, com acompanhamento da urbana boa tarde. A empregada não responde ao cumprimento, confirma os dados do BI, dá uma carimbadela sonora no postal, atira com o documento para cima do balcão, levanta-se e larga a encomenda com cara de enfado. Correm mal as coisas pelos CTT, penso para mim.

Refaço o nível de cafeína no café mais próximo. Numa mesa perto, um grupo de três africanos, acompanhando uma rodada de cerveja, põem as suas escritas em dia. Chama-me sobretudo a atenção os dentes alvos a brilharem no meio das gargalhadas partilhadas. Um deles levanta-se, cigarro pendurado na boca, pede-me lume. Entrego-lhe o isqueiro que ele usa e devolve. Vejo uma mão negra, grande e calosa com os dedos estendidos a pedir a companhia da minha mão para sublinhar o seu sonoro obrigado amigo. Este devia dar formação de relacionamento com o público aos CTT, penso para mim.
Publicado por João Tunes às 19:25
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NÃO HÁ ALMOÇOS GRÁTIS, POIS NÃO…

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Até quem faz da repressão modo de vida, precisa de almoçar. Porque manter a ordem estabelecida não enche barrigas. As deles, os que a servem, porque as dos donos da ordem, essas não passam sem o banquete do venha a nós o nosso reino.
Publicado por João Tunes às 17:09
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j.tunes@sapo.pt


João Tunes

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