Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
VIDRÃO NA TERRA DO VIDRO

As acusações do ex-presidente da Câmara da Marinha Grande, Barros Duarte, contidas na sua carta de desvinculação partidária, merecem um esclarecimento, mais que o comentário jocoso feito por Jerónimo de Sousa ao comparar o autarca proscrito como tratando-se de “vidro partido”. É que as acusações são graves e, a serem verdades, envolvem o PCP, na Marinha Grande mas com a cobertura da sua direcção nacional, numa promiscuidade típica do pior que temos quanto a “lixo municipal”, aquele de que a CDU diz estar livre.
Adenda (8/10) : Confirmei a informação que um visitante me enviou: a carta de Barros Duarte deixou de se poder consultar no endereço indicado. Mas a carta existe, o seu conteúdo também, assim como a falta de desmentido fundamentado da CDU.
De ramalho a 7 de Outubro de 2009 às 12:06
Conheci pessoal e profissionalmente o Senhor Barros Duarte! Pessoa que aprendi a respeitar e que era por todos respeitados. Embora dirigente destacado do PCP era respeitado e considerado por todos os colegas dos mais variados partidos.
Não me surpreendem as suas acusações a actual direcção do PCP. Actualmente o PCP n]ao tem gente com qualidade nem princípios éticos. O Barros Duarte era provavelmente dos últimos Dos comunistas que aprendi a respeitar! Não esta gente!!!
De Anónimo a 7 de Outubro de 2009 às 13:37
Antes "esta gente" do que esta gentalha que faz destes comentários. Mas será que dos outros partidos nunca sai ninguém? Sai! Ou então são "exilados" como aconteceu com o Cravinho e com o Ferro Rodrigues. No entanto ninguém põe em causa a idoneidade da actual direcção do PS. Porquê esta sanha quando se trata do PCP?
Caro jõao Tunes
Não o conheço pessoalmente, mas tenho lido algumas coisas por si escritas nos links que Osvaldo Castro vai pondo no Praça Stephens. No entanto conheço (e o Osvaldo tambem) o Joâo Barros Duarte não profissionalmente, mas politicamente e de facto, embora eu tenha saído do PCP há longos anos não esqueço a personalidade do J.B.D e o seu espirito de merceeiro mais a sua incapacidade de trabalho em colectivo. O erro de facto foi recandidatar por puro oportunismo(do PCP) esta personalidade que já tinha dado mostras de que o Partido era para se servir e não para o servir. Se o Osvaldo que trouxe para o Praça Stephens este link, leu bem a carta, verifica que ele e eu, tambem temos culpa no cartório(segundo o J.B.D) apesar de ambos já termos saído do Partido há mais de duas decadas.
Cumprimentos
Se repararam, não tratei nem trato da pessoa BD nem da sua saída do PCP, tudo isso é disco velho que uns tocaram cedo e outros tocam tarde. É um peditório já banalizado, coisas da abencerragem do centralismo democrático. Referi-me e mantenho que BD fez acusações graves de cumplicidades prosmíscuas na gestão municipal da Marinha Grande. E estas ou são desmentidas com demonstração de factos que as desmintam ou então confirma-se que a lama autárquica também penetra nas autarquias CDU, as dos apregoados "trabalho, honestidade, competência". BD acusa, com ou sem razão, mas não adianta é tentar disfarçar as acusações com denúncias do caracter do denunciante, chamando-lhe "vidro partido". Houve ou não gestão danosa, favorecimentos, compadrio e nepotismo na gestão que agora termina na Marinha Grande e que assentou numa aliança PCP/PSD?
De
Sabine a 7 de Outubro de 2009 às 22:35
Concordo com este post. As coisas devem ser esclarecidas.
De
cg a 8 de Outubro de 2009 às 19:18
João: a carta "deu de fróxes"... Olha aí o que dá:
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Please check the address and try again.
Um abraço de moi :-)
Obrigado, Carlos. E abraço.
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